Por que jogos estratégicos são mais eficientes do que reuniões.

Rotina. A rotina de uma empresa mata. Porém, é necessária. É ela que faz o dia a dia andar, a roda girar.

Por isso mesmo é tão comum vermos a rotina entrar em rota de colisão com os momentos de discussão estratégica das organizações.

Aí vem aquele convite para participar de um momento de concepção ou materialização estratégica e as pessoas — atoladas na rotina — em vez de sentirem-se inspiradas e motivadas, passam a encará-lo como mais uma tarefa na pilha. Resultado? Frustração, cansaço e ansiedade.

Talvez isso explique algumas reuniões onde o que se vê é muita discussão e pouca ação. Onde é muito mais fácil prestar atenção ao brilho da tela do smartphone, do que à apresentação cheia de lâminas daquele power point.

Esse cenário é o ideal para experimentarmos uma substituição: saem as intermináveis reuniões estratégicas, entram os jogos estratégicos.

Jogos estratégicos são uma série de encontros com o objetivo de produzir e materializar coisas estratégicas para as empresas. São organizados e conduzidos por profissionais chamados facilitadores estratégicos (pelo menos é assim que nos denominamos aqui na Mr. Wolf). Diferem-se das tradicionais reuniões, justamente por seu caráter significante — a definição “jogos”.

Por serem tratados como jogos, pressupõem envolvimento coletivo, trabalho em equipe e produção de resultados. Movimento, presença de corpo e alma. Obviamente que por se tratarem de jogos, também carregam um contingente lúdico capaz de manter os jogadores em constante estado de alerta.

A partir da problemática que se pretende resolver (ou do tipo de resultado que se pretende produzir), escolhe-se uma temática. Desdobra-se essa temática em atividades diversas, cujas saídas sempre serão materializações que aproximem os participantes do resultado final.

Como em todo jogo, a sorte e a surpresa sempre estarão presentes, assim como a recompensa, seja ela física ou emocional. Jogos mais elaborados podem pressupor papéis especiais aos participantes (inclusive aos facilitadores), tornando a narrativa ainda mais envolvente.

A medida em que o jogo evolui, a produção vai ficando mais evidente (as paredes vão ficando preenchidas, transformando o ambiente do jogo) o que motiva ainda mais os participantes.

A grande diferença é que no final não há derrotados. A companhia como um todo vence e o grande prêmio é a sensação de dever cumprido. O gostinho de, por um breve momento no tempo, termos vencido a rotina. Além, é claro, do orgulho de fazer parte de uma construção essencial para a empresa, e a crescente expectativa de não perder a chance de participar dos próximos.

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