Sobre a mágica que é (ao menos tentar) viver plenamente

Viver é uma coisa maravilhosa. Você pode praguejar sobre sua miserável (brincadeirinha, leia “fantástica”!) existência num curto período de fúria, isso é normal. Mas se você fizer um balanço de 30 (ou até menos) segundos vai ver que a maioria maciça e esmagadora de prós faz a vida ser uma dádiva e não uma dívida.

A maior prova disso é apesar de tanta merda que já aconteceu comigo e que provavelmente deve ter acontecido com você também a gente tá aqui vivão e vivendo. Os dias ruins vieram, devastaram, naufragamos, aguardamos, eles passaram, cicatrizou, superamos e seguimos! Isso não é uma bênção?

Por mero capricho do universo não somos imortais, mas isso não impede de fazer valer nosso pequeno sopro de infinito enquanto o ar estufar nossos pulmões.

Por mero capricho do universo não somos inquebráveis, mas isso não impede de depois de ter se rachado ao meio você conseguir colocar suas partes uma a uma no lugar de novo.

O universo é (meio) caprichoso mas é sábio na sua essência então seja grato por acordar, ele te deu um infinito todinho seu pra tocar, amar e fazer isso de novo e de novo e de novo.

Por mero capricho do universo você existe e pode ser tudo que quiser enquanto o capricho final não se consumar. Então seja o você que você consegue ser e faça tudo que estiver ao seu alcance pra chegar cada vez mais perto da maravilha que é ser você mesmo. Essa é a maior bênção que temos.

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