Você Não Soube Me Amar: Polícia, Intelectuais e Ideologia
Roberto Motta
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Eu nunca compartilhei dessa visão generalizadamente pessimista da polícia. Até porque eu via Chips, Dama de Ouro e reprises do Kojak. Sempre tinha um filme com protagonista policial, chutador de bundas, na Sessão da Tarde: Axel Foley, Michael Cobretti e, por que não, John Kimble.

Nunca fui de generalizar a corrupção policial, como meus amigos adolescentes faziam à época(e alguns ainda fazem). Já quis entrar pra polícia, mas não tenho a disciplina necessária. Mas é inegável que a cultura do Marginal Herói existe, mas não é geral. Ainda bem.

Quanto as comparações do modus operandi de lá e de cá, acredito que há várias implicações administrativas, mais que culturais, que impedem a implementação de tal modelo por essas bandas, apesar de gostar do modelo de jurisdição municipal.

Parabéns pelo texto.

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