
Ainda sinto aquela inquietação de viver. Uma pontada incômoda no âmago, que me impulsiona e me obriga a respirar um pouco mais devagar, porém mais profundamente. Como se não estivesse respirando. Ou não vivendo.
Mas vivo. Vivo diferente de ontem e penso como, de fato, a Terra gira, literalmente falando… E continuo pensando nas mesmas velhas questões (existenciais?) da minha vida. Os mesmos fantasmas? Talvez diferente de outrora, sigo apenas uma nova (a próxima) fase.
E que caminho é esse que ando? Não sei, caminho com os olhos fechados para o futuro, no entanto, abertos para a minha imaginação e meus sonhos… um dia irei realiza-los? I wonder…
“A partir de um certo ponto não há mais retorno. Esse é o ponto que se precisa atingir.” (F.Kafka)