Primeiro semestre de São Paulo e Palmeiras está indo por água abaixo

Foto: SE. Palmeiras

Dos grandes do estado de São Paulo, até aqui quem vem se acertando ainda devagar é o Corinthians. O Santos, por sua vez, não passa muito sufoco no Paulistão, mas também não decola. Já São Paulo e Palmeiras fazem um primeiro semestre deprimente até aqui.

O Tricolor vive sem dúvida uma — se não a maior — crise política da história do clube, com uma disputa de ego e amadorismo que, sem dúvida, tem causado reflexo dentro de campo. (Leia mais aqui). O técnico argentino Edgardo Bauza ainda não conseguiu implantar seu padrão de jogo no time. Na Libertadores o desempenho é melancólico, em três jogos, são dois empates e uma derrota no Pacaembu para o The Strongest, da Bolívia.

Para se classificar à próxima fase será necessário vencer os três últimos jogos. Tarefa “impossível” que cabe também ao Palmeiras, uma das equipes que mais investiu em 2016 e ainda não viu retorno técnico dentro de campo.

Nesses três meses, o Alviverde acumulou fracassos, vexames e teve o treinador demitido. Saiu Marcelo Oliveira e entrou Cuca, para tentar organizar a casa. Ainda é cedo, mas ele está ciente que terá muito trabalho pela frente. A situação pelo lado do Allianz Parque é desesperadora, pois a equipe precisa vencer seus dois jogos restante na Libertadores e torcer por combinações de resultados.

Fora isso, ainda estão ameaçados também nos grupos do Campeonato Paulista. Difícil. O mês de março está prestes a terminar e os rivais estão longe de um plano de jogo ideal. Caso não avancem na competição continental — o que é uma realidade forte neste momento — o primeiro semestre estará perdido. O que restará é um estadual sem graça e um começo de Brasileirão sob forte pressão.

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