Desafios do Amor: CAPÍTULO 1 — UM ENCONTRO PARA MUDAR

O que é amor? O que é estar apaixonado por outra pessoa? Por que sentimos tal sentimento? Por que amamos as pessoas mais próximas, que estão sempre ao nosso lado? E por que não paro de perguntar e começar logo a estória? Já está na hora de parar a enrolação. A verdade que a história a seguir segue-se as mesmas dúvidas, com situações atrapalhadas e estranhas. Essa é uma história de amor que desafia até o destino.

Três jovens: um jovem silencioso, “egoísta” e que não se interage com ninguém; um jovem oportunista e popular, amigo de todos e a paixão de praticamente todas as garotas da escola; e um jovem inteligente e sonhador, com um senso de liderança fora do comum, mas ao mesmo tempo, perdeu a coragem de confiar seriamente nas pessoas. Esses jovens, agora na faculdade, lutam para tentar esquecer os amores do passado, mas que são alvos de paixão a todo o momento por serem atrativos por seus caracteres.

A verdade é que todos sofrem com o amor. Esses 3 jovens já sofreram muito e ainda irão sofrer nesta história. Três jovens que estudaram na mesma escola do fundamental e trilharam caminhos diferentes no médio, com passados amorosos complicados de se esquecer. Os jovens se completam e eram melhores amigos. Mas a entrada de algumas pessoas irá mudar a vida deles para sempre e vão curar seus corações machucados. Resumindo: “Por dentro estou sofrendo, sabendo que ti perdi. Por fora estou vivendo, fingindo que te esqueci”.

Entrada de muitos alunos em uma faculdade. Hoje eles começam a trilhar esse caminho para virarem adultos, quer dizer, se houvesse alguém nesse caminho glorioso. Isso é um caminho fantasma. Aracati Kenji entra pelo portão nervoso, pensando como será sua vida nesta nova fase.

“Onde será a minha classe? E porque não tem ninguém aqui?”.

— Eu olho ao redor e sou o único na entrada da faculdade. Acho melhor eu rondar este lugar antes de entrar.

Kenji percorre ao redor do campus, quando é interrompido por uma cena: dois dos três rapazes a cercam com o braço na parede e o do meio é quem mais fala. Três garotos ridículos, o do meio de cabelo até a altura dos ombros e marrom, e os outros dois de cabelo espetado, um de cabelo ruivo e o outro, preto. Mas a garota era linda, cabelo castanho, longo e com olhos azuis. Azuis… se fosse possível perceber. Era a mente de Kenji sonhando.

— Mas o que… Aquela garota é… calma, seu idiota. Ela é linda. Tsk… cala a boca. Aqueles caras não têm o mínimo de respeito. Que novidade. Bem, eu não gosto de me envolver em problema, mas… —

Kenji coloca seu capuz da blusa e corre em direção aos quatro. O rapaz da esquerda o vê, mas já era tarde demais. Kenji era muito rápido. Ao chegar perto, ele empurrou os três rapazes com o ombro, caindo junto deles. Rapidamente, ele se levanta, segura a mão da garota e os dois saem correndo.

Kenji era rápido. Era a única coisa que se orgulhava. Era tão rápido que a garota tinha dificuldades de acompanha-lo, até que ela falou:

“Ei, você já pode parar! Eles não estão mais no seguindo!”. Então, Kenji parou. “Nossa… você corre… muito rápido. Eu… quase… nem consigo… acompanha-lo”.

“Foi mal, eu nem pensei no que fazer. Mas não podemos ficar aqui. Vai que eles aparecem”. Disse Kenji.

“Você está certo. Que tal a gente ir para lá?”. Ela aponta para um café à esquerda deles. “Ouvi dizer que aquele lugar tem muitos doces deliciosos. Enquanto a gente se esconde por lá, a gente aproveita um pouco”. Diz a jovem com um sorriso.

“Tá, pode ser. Você mudou rápido de feição. Normalmente, você ainda deveria continuar assustada pelo que você passou e ainda estar com um estranho como eu”. Respondeu Kenji e os dois se dirigem para o café.

“Como você se chama, meu herói?” Pergunto a jovem.

“Herói? Meu nome é Aracati Kenji”. Apresenta-se Kenji. “E eu não sou nenhum herói. Se eu fosse um herói, eu não teria fugido que nem eu fiz, eu deveria chegar e encara-los de frente. Dizer ‘Parem de causar problemas para ela. Ela não está gostando nada disso. Vocês poderiam se afastar?’ ou já cair na porrada para te proteger. Era o que verdadeiros heróis fariam”.

Ela ouve isso e começa a rir. “Por quê você está rindo? É a pura verdade. Ahhhh! Esquece isso. Você não acha que é mal-educado perguntar o nome das pessoas sem se apresentar primeiro?”. Estressa-se Kenji.

“Calminha aí. Você está certo. Eu não deveria ser má com meu herói. Meu nome é Shinohara Asuka. Eu também esqueci de agradecer. Como agradecimento eu pago tudo que você quiser lá no café”.

“Espera, você não precisa fazer isso. Você ainda está com problemas. Eu não te salvei para você ficar me devendo uma”. Ele retira o capuz. “Eu fiz aquilo porque eu quis. E ainda coloquei o capuz para eles não verem meu rosto. Eu sou um medroso e não sou nenhum herói”.

“Você até que é bonitinho”. Diz Asuka.

Kenji fica vermelho. “É isso que você tem a dizer?”.

“Eu ainda vou pagar já que o meu herói está me acompanhando, querendo ou não. Você não é medroso”. Ela olha para ele com brilho nos olhos. “Você agiu como um herói mascarado. Foi muito legal! Eu não vejo isso como alguém medroso. Além do mais, você ainda continua sendo bonitinho atrás da máscara”.

“Mas o quê…tanto faz. Você não vai mudar de ideia pelo jeito”. Eles entram no estabelecimento. Foram atendidos por uma jovem com um uniforme de colegial. Kenji estranha a roupa.

“Bem vindos ao College Caffé. Lugar para dois?”. Asuka diz que sim. “Então, sigam-me, por favor. Como hoje é o dia da pré-inauguração, temos uma promoção. Um casal que vier aqui e comer 10 pedaços de bolo, saem com uma foto e não pagam nada!”.

“Você ouviu, Kenji? Vamos conseguir”. Ela mostra o gesto de positivo.

“Hein? Você por acaso já sabia disso e o tal agradecimento se tratava sobre isso?”.

Claro que…”. Ela observa o rosto de Kenji com uma aura malvada dizendo conta a verdade. “Sim, foi isso sim. Mas os bolos são muito bons. Eu sei porque eu conheço o dono. Desculpe ter te enganado depois de tudo…”.

“Pode se acalmar”. Diz Kenji com a mão na cabeça. “Um herói tem que ouvir um pedido da pessoa que salvou, não é?”.

“Sim, claro que sim. Então vamos acabar com isso”.

“Parecem que vocês estão animados mesmo. Meu chefe falou que uma garota chamada Shinohara Asuka iria vim. Por acaso, é você?”. Perguntou a atendente.

“Sim. Mas pode me chamar de Asuka. Fiquei sabendo que a única ajudante dele também é uma estudante de comunicações como eu”. Ao ouvir isso, Kenji se lembrou do que estava fazendo antes de encontrar Asuka. “Seu nome é Sakurazaka Mei?”.

“Sim, sou eu. Então, estamos no mesmo curso? Espero que fiquemos na mesma classe. Aqui estão seus lugares”.

“Muito obrigada”. Agradeceu Asuka.

“E quem seria seu amigo?”.

“Ah, meu nome é Aracati Kenji. Muito prazer”.

“O prazer é todo meu. Hum, acho que já ouvi esse nome em algum lugar. Deixa pra lá. Se você está no campus, você também estuda nesta faculdade?”. Perguntou Mei.

“Eu também queria saber. Se você está aqui no campus hoje, você já deve ter começado a ter aulas”.

“Na verdade, eu também sou estudante de comunicações”.

“Hein?”. As duas estranharam.

“Então o quê você veio fazer aqui?”. Perguntou Mei.

“Como assim? As aulas não começavam hoje?”.

“Não, é só amanhã”. Respondeu Asuka.

“Mas como assim? Eu tenho meu convite da faculdade”. Ele pega do bolso dele um cartão. “Aqui. Aqui diz que as aulas do curso de comunicação começam hoje”.

“Ele tem razão. A data que está aqui é o de hoje. Mas as aulas só começam amanhã. Tanto que a pré-inauguração deste café é hoje. Por não começar as aulas, a Mei está aqui”.

“E por que você está aqui? Espera…você já sabia deste lugar, então você veio ao campus para vim ao café, né?

“Sim, foi por isso mesmo”.

“A única conclusão que tiro é que foi tudo um maldito engano. É por isso que não havia ninguém na entrada. Então as aulas começam amanhã. Bem, pelo menos conheci vocês. Já conheço alguém do meu curso”.

“Você tem razão. E também se não fosse por este engano, você não teria me salvado. Esse engano me salvou. E assim nasce mais um herói, ganhando poderes ao acaso”. Asuka começa a rir.

“Tá de brincadeira comigo?”. Kenji deu um sorriso.

“Ele te salvou do quê?”. Perguntou Mei.

Eles contaram toda a história, junto com as brincadeiras de Asuka chamando o Kenji de herói mascarado que ganhou seus poderes por acaso.

“Ela tem razão. Você literalmente se tornou herói por acaso. Veja bem, Você recebe esse cartão com a data de hoje e acaba se deparando com ela e o grupo de garotos. E você ainda poderia ter saído dali sem ter feito nada, fazendo de conta que nunca esteve ali. E pensar que vocês acabaram de conhecer deste jeito. Será o destino? Vocês estão destinados a ficarem juntos?”. Falou Mei.

“Claro que não é isso…o quê você está dizendo é pura besteira, não é Asuka?”. Perguntou Kenji.

Kenji olha para Asuka para ouvir a resposta, mas o que ele ouve é: “Não sei. Pode ser que o destino quer que eu me apaixone pelo herói mascarado. Mas como ele é um protetor da justiça, ele vive mascarado para proteger as pessoas que ama, então isso tornaria um romance impossível já que se seus inimigos souberem….”.

“Asuka!!!!”. Grita Kenji.

Este é um novo começo para Kenji. Você acredita em destino? Ou na coincidência? O quê aconteceu é que todo esse engano proporcionou que Kenji pudesse esquecer. Azar, sorte? O destino o colocou nesse lugar com as suas duas novas amigas…não. Nem Kenji acredita nisso. O começo foi esse engano, que levou ele a escolher que vida levar. Kenji está rindo e gritando com as duas, mesmo que uma tenha que trabalhar e a outra esteja incomodando os clientes. Mas ele sabe que a escolha lhe proporcionou este momento. O que o deixa irritado.

— Eu não queria mudar quem eu era. Amargurei a vida de muitas pessoas. Não posso mudar, para lembrar do que eu fiz a muitas pessoas. E sempre me arrependerei. Magoei a pessoa que mais amava e antes de vim para cá estava sozinho. Isso é muito azar. Vindo para cá e encontrar uma moça dizer para mim que eu iria sofrer com tanto azar. Hoje seria um dia drástico para começar a perceber o azar que tinha desde que nasci. Ela tinha razão. Na hora, nem dei atenção. Mas agora tudo mudou. Eu entendi o que ela disse sobre sofrer com amigos por causa de mim. Mas até aí, não sabia se esse azar iria ser tão grande. Resta-me esperar para ver o que acontece. Se algo acontecer, eu terei que cortar os laços novamente. Tenho o azar de sempre magoar as pessoas que gosto e isso não irá mudar. Fiz uma péssima escolha —

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