Escrever nem sempre é tão fácil, comumente passo por essas fases de falta de criatividade. Na primeira vez que isso me ocorreu pensei em mudar a forma de como escrevo meus textos, pensei em colocar algo mais subjetivo, menos direto ao ponto. Desisti. É difícil tentarmos fazer o que não nos é comum, e logo percebi que tiraria minha identidade de qualquer coisa que não fosse espontânea, como escrevo nesse instante.

Esses dias, em conversas rotineiras, me perdi em pensamentos com alguns assuntos abordados, um deles foi o início dessa linda forma de me expressar: por textos. A leitura sempre foi algo comum na minha vida, a imaginação posta em prática nos diversos livros já comprados, de romance a ação, de suspense a quadrinhos, mas nunca uma mudança de papéis.

De leitora me tornei a escritora dos sentimentos mais secretos que tenho guardado, dos pensamentos mais confusos e loucos que posso ter. Hoje posso dizer que me sinto confortável em poder passar o que penso através de textos, através de palavras simples e uma linguagem totalmente crua; me sinto confortável por deixar de julgá-los e assim, aprender que devo amar do jeito que os escrevi.