Mais do que perdoar as pessoas que já me causaram algum mal, mesmo que conscientemente, perdôo a mim mesma pelo tempo que alimentei até digerir os males que mutuamente alimentei. Eles eram momentos, e as pessoas eram agentes e mestres naquele momento que agora habitam o passado.

Agradeço a esses mestres e momentos e acolho, em meu coração, quem foram e quem são, para que toda minha vibração positiva os alcance, como anjos e mentores vibratórios que atuam na elevação dos pensamentos deles e na aceleração e facilitação de rompimento de ciclos que só causam baixa energética e espiritual.

Nascemos para evoluir e prosperar no bem, bem esse que encontramos de diversas formas e maneiras, em diferentes lugares, orações e constelações. Por sermos bem, emanamos o bem, invocamos o bem, doamos o bem e vivemos uma prosperidade harmoniosa na qual todas as nossas necessidades são supridas, ainda que não tenhamos ciência delas. Logo, não há necessidades, pois o bem não necessita de complementação alguma, apenas que sigamos nele para nos autoconhecer e sermos úteis na construção de um planeta, Universo, Energia que respeita todas as vivências e vidas existentes.

Eu me perdôo não por me desviar de meu caminho e sabedoria, mas por ter ficado muito tempo olhando para o que passou e não no que isso me tornou.

Eu oro e mentalizo o que há de melhor em tudo. Invoco a gratidão, medito pela concretude e tudo que imensamente nos é ofertado no bem.

Agora, vejo-me como igual que sou a meus irmãos e irmãs. Vejo as maravilhas de sermos professores um do outro e existirmos. Não há o que perdoar, nem o que desejar se não o bem. Confiemos que nós e o bem somos um só. Só há o presente e o que fazemos dele: um presente para nós e para um novo olhar.

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