
Um servidor público, um colaborador ou um empreendedor, podem usar o instinto para resolver cenários simples e complexos no dia a dia. E não existe problema com isso, leia aqui.
O que não pode é: decidir sempre sob obscuridade, unica e puramente municiado de instinto. A total imprecisão dos resultados é catastrófica no médio/longo prazo, impossível de escalar e ineficiente.
E como resolver?
O primeiro passo é: começar! Walt Disney diria: “stop talking start doing”
1º — Todas interações produzem dados (estruturados ou não), defina claramente o seu problema, torne-o transparente e busque os dados que houverem relacionados.
Pergunta chave: “O que nós realmente sabemos sobre isso? O que é hipótese?”
2º — Transforme os dados em informações quantitativas relacionadas. IMPARCIALMENTE busque responder as perguntas com os números, classifique em: certeza, provável e não sei.
Pergunta chave: “As informações estão realmente me orientando ou eu estou orientando as informações?” — Tenha cuidado com o ego inflado.
3º — Explique e compartilhe, é uma oportunidade para disseminar e autodesenvolvimento. Quanto mais informações, mais feedbacks e qualidade, mais assertivo será o processo de decisão.
4º — Inspection and adaptation, busque seletivamente coletar mais dados relevantes e retire os dados não utilizados.
O exemplo é bastante simples e visa orientar sobre por onde começar a aplicar data-driven no seu dia a dia.
Você pode e deve evoluir estudando sobre os conceito de data-driven, analytics, product analytics, marketing analytics, data science.
Esse cara e esse gráfico são referências de resultado do uso intensivo de dados em decisões estratégicas.
Gostou? Claps and Beers!
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