Como gostaria de estar em 2018?

O futuro sempre é curioso. E incerto.

Quando mais novo, fui fã dos planos imutáveis, daquela energia jovem certeira que acredita piamente que todos planos serão terminados e partiremos para o seguinte, um por vez. Plot twist: não é assim. A vida é uma série de caminhos abertos e, por mais que queiramos abraçar o mundo e dar uns passos atrás para retomar certos caminhos, o tempo é impiedoso. É tipo aqueles métodos de design que desenvolvem uma árvore de N possibilidades mas quando avança descarta todo processo em prol de uma única solução. Nada disso. Hora de seguir adiante.

Quando proposto o desafio de escrever sobre meu futuro, sobre o fim da trajetória no BEPiD, algumas dessas lembranças de quando mais jovem retornaram a minha mente e o medo (adulto) de errar feio também. Era mais fácil sem toda essa bagagem e firewall da vida até hoje, porém vamos lá, hora de tentar.

Sou uma pessoa de paixões: tecnologias, movimentos, teorias, teses, discussões. Dentre elas, tenho dois temas principais: design e tecnologia. O design é a mais recente (ao menos quando pensada conscientemente e formalmente) e a tecnologia assola meus sonhos desde de criança (tecnologia no sentido formal bem como a criação por meio dela, que nesse último meio que se funde com o design e … *suspira*).

Enfim:

Espero evoluir em ambos temas e que o resultado disso seja um Rafael com mais links entre os conhecimentos, que consiga enfim agregá-los para gerar novas discussões, tecnologias e que consiga contribuir socialmente sem deixar de lado algum ganho monetário, visto que não vejo tão cedo uma alternativa viável ao nosso modelo econômico :)

Tentando sintetizar um pouco:

Gosto de pensar em mim atualmente como um pato: nada, voa e anda mas que não consegue correlacionar as habilidades e que em 2018 serei um pato com superpoderes: o poder de convergir as habilidades e mudar um pouquinho o mundo.

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