Olá Fernanda
Comentando seu texto, eu particularmente gosto da candidatura de MS por um grande motivo. Sua equipe econômica (André Lara Resende — um dos cérebros do Real -e Eduardo Gianetti) tem um selo de racionalidade econômica difícil de encontrar nos palanques atuais, que vão de um Paulo Guedes ultraprivatizador (Eletrobrás excelente, mas BB e Caixa…) até a equipe PDTista que acena a um uso laxo do BNDES como no tempos de Mântega (receita para nosso desastre recente).
Outro ponto positivo na candiatura de MS é seu aparente conformismo em perder o voto evangélico. Como nunca, ela tem reiterado que “ e o estado é laico!!” e, de fato, perdeu significativos votos para setores mais conservadores. Isso pode dar mais liberdade para MS seguir uma campanha mais oxigenada e autoral.
So vou fazer um pequeno aparte quando em seu paragrafo final sinalizas para uma associação entre pessoas não progressistas e o processo de impedimento. Não concordo com essa associação implícita. A meu ver a própria MS, como eu, somos exemplos de que ser progressistas e apoiar o impedimento escapa de uma análise mais simplista e maniquesísta que tomou conta do debate atual.
No mais, obrigado pelo texto.
