h de humano

Agora me imagine como um burguês…
Aonde eu iria chegar… Ir-se-ia, eu, me elevar?
Pois que… Ora olho-me e vejo um gênio em potência; um medíocre em ato.
Ora vejo-me um medíocre em potência; uma energia em ato.

Conquanto, minha ambientação classifica-me de uma forma;
mas minha classificação depende de um ambiente.

Ora, em São Sebastião, digo até que sou uma importância em ato;
Outr’ora, nim qualquer outro canto afora
é fato que não (sou) mais que um movimento, lento,
e uma tentativa…


E quanto mais abrimos 
mais diminuímos

E a morte é só mais uma que, inexistente, simboliza o reagrupamento dos, que menores, são bem maiores que a humanidade…


Sempre que cogitares o suicídio: acalma-te;
reflita sobre a variação da importância; 
usufrua de teus últimos momentos de racionalidade 
e não mais exitem.
Desprende-se da vida
e dessa maldita glândula pineal. . .