A internet e as redes sociais nas eleições de 2016

Cada vez mais a internet aparece como importante aliado na conquista do eleitor. A minirreforma eleitoral cria novas regras para a interação online. Isso gera mudanças no processo eleitoral e pode afetar o comportamento do eleitor que passa a ter uma participação mais ativa nesse processo.

O TSE já proibiu os “showmícios”, limitou o tamanho dos adesivos, extinguiu outdoor, limitou os cavaletes, limitou a contratação de cabos eleitorais, diminuiu as medidas das faixas e banners e agora está rígido em relação ao “despejo de santinhos” em locais de votação. Mas isso não significa que os candidatos terão dificuldade de se divulgar, pois em 2014 já se percebeu um movimento muito forte para as campanhas na Internet.

Em 2014 ficou claro que a internet passaria a ser o principal palanque, afinal todos podemos nos expressar e opiniões, pesquisar candidatos, ver a opinião de amigos e colegas sobre os partidos, etc. Uma excelente ferramenta para formação de opinião, e infelizmente até de brigas — muita gente não soube lidar com o fato de seus colegas, e até mesmo familiares expressarem opiniões divergentes.

Em 2016 a internet será a protagonista, pois o tempo de campanha foi reduzido, tanto a duração da campanha oficial, que passa a ser de 45 dias, e o tempo em rádio e TV. Os brasileiros se destacam mundialmente por seus hábitos em redes sociais, e a maioria utiliza esses canais para atualizar-se sobre as notícias e atualidades. Uma novidade é o uso do WhatsApp e outros aplicativos de mensagens como ferramenta de campanha — lembrando que o eleitor tem o direito de solicitar a retirada de seu contato da lista se assim o desejar.

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