Não Sou obrigada, obrigada!

Quando penso em música me vem passos, mãos no alto, cabelos nos olhos e ao vento. 5, 6, 7 , 8. E em alguns momentos me sentir Beyoncé.

Quero letras que me estimulem, me motivem e me coloquem para cima, quero voar com e na melodia.

Quero para pensar, experienciar a ideia da música a ser transmitida, que uma Pitty do século XXI percebe que a despeito de tanto mestrado não entendia porque ganhava menos que o namorado, e Nina Simone no século anterior me fez cantar as diferenças raciais, Yeah, what have I got nobody can take away.

Quero colocar uma música e não pensar em nada, ou em tudo. Quero cantar a bad e vive-la através da Pink, Amy, Alanis ou Versos Simples.

Sambar com Mart’nália e reviver (sem ter vivido) golpes Na velha Roupa Colorida.

Afinal, não é preciso ser técnico para sentir, ser músico para ser artista, e disso meu espelho e escova de cabelos sabem, eles aproveitam o show.

Ouço tudo, ouço nada. Nem tão rock, nem tão funk. Desculpa, com licença, mas não sou obrigada.