Por outro ângulo

Desde pequenos, somos ensinados a dar sentido a tudo. Lágrimas são tristes, gargalhar é alegre. Quando o sinal está vermelho não é permitido ultrapassar, e quando está verde, pode. Tudo à nossa volta está repleto de sentidos construídos. Contudo, em alguns lugares essa lógica não se aplica. Por exemplo: há regiões e culturas onde todos choram quando uma criança nasce, ou fazem festa quando alguém morre. Nesta perspectiva, mais uma vez percebe-se a produção de sentido que as coisas recebem.

Tudo isso pra dizer uma única coisa: você pode se sentir feliz pelas coisas mais simples. Não é preciso uma conta enorme no banco, ou mesmo, o carro do ano. O que sentimos é uma construção. E que tal associar a felicidade e sentir-se bem às coisas simples da nossa rotina? Tenho me esforçado muito pra tal feito, mas aos poucos faço uma linda colheita de sentir-se bem com coisas simples e pequenas.

Faz três anos que já não moro mais na cidade onde nasci, e cada vez que volto pra casa dos meus pais é uma felicidade imensa. Ou mesmo, tomar um mate bem feito após um longo dia de trabalho. Já experimentou? É lindo. Mais uma vez, somos ensinados a dar sentido a tudo. Por isso te convido: dê sentindo às pequenas coisas, pequenas conquistas e as associe à felicidade. É difícil no início, mas com o tempo você pega o jeito dessa tal felicidade. (:

E aqui compartilho com você, caro leitor, ou leitora, a música que inspirou esta reflexão: https://www.letras.mus.br/flavia-wenceslau/saia-de-retalho/

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