Pornografia e violência

Mark Bridger (https://goo.gl/AuQz6m) assistiu imagens de abuso infantil e assassinato antes de assassinar April Jones.
Stuart Hazell (https://goo.gl/TZ4CWU) assistiu imagens de abuso infantil e procurou por pornografia de incesto antes de assassinar Tia Sharpe, a neta de seu parceiro.
Vincent Tabak (https://goo.gl/wcZUk3) viu vídeos pornográficos de mulheres loiras sendo estranguladas antes de estrangular a loira Joanna Yeates.
Um menino de 13 anos violou sua irmã de oito anos depois de assistir pornografia (https://goo.gl/2p182D).
Jamie Reynolds (https://goo.gl/5YuTgr) assistiu pornografia violenta de mulheres amarradas por cordas antes de assassinar Georgia Williams por enforcamento.
Primeiro a teoria, então a prática.
Não se trata de dizer se a pornografia “causou” o crime. O que importa é isto: em um mundo ensopado com violência contra as mulheres, a pornografia é mais uma forma disso. Todos serviram a mesma necessidade de ver mulheres subordinadas e desumanizadas. A pornografia é a propaganda de gênero. Através disso, homens e mulheres aprendem o que as mulheres deveriam ser: algo para foder, algo a ser usado, algo para machucar se você quiser, e algo para descartar quando terminar. (https://goo.gl/Kc2qU8)
Texto de Fernanda Aguiar, para a página Anti Pornografia.

