O Tempo é a escola em que aprendemos

O Tempo é o fogo em que queimamos

O Tempo não é uma essência, tanto quanto é uma degradação; erosão ilimitada, incompleta por sua própria natureza, pelo menos para qualquer percepção consciente.

O tempo é apenas uma função linear para as espécies que lhe percebem a mente.

Os seres humanos têm uma obsessão com o passar do relógio - gerenciando cada parte fragmentada até o segundo que separa um evento do próximo. Essas frações formam um todo que escapa à percepção.

O tempo é um grilhão incorporado na matéria que permite que isso aconteça. O espaço e o tempo engordam-se como noite e dia, mas apenas um pode ser manipulado e observado.

A matéria é a areia em que jogamos, e o tempo é a caixa que mantém tudo junto para nos permitir formar nossos castelos temporários.

A mortalidade é cíclica…

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