4 coisas que a Inteligência Artificial pode fazer pela humanidade

Por Pedro Tavares

Imagine um mundo onde um computador seja capaz de aprender a andar sem que nenhum ser humano lhe mostre como fazer isso. Essa realidade já existe, e as empresas de tecnologia mais valiosas do mundo estão de olho nesse fenômeno. Companhias como Google, Facebook e IBM já estão na vanguarda daquilo que pode levar a economia global para outro patamar.

No Google, o computador que aprendeu a dormir

Entre os engenheiros da empresa, é consenso que as máquinas precisam dormir, mas não porque estão cansadas. Na verdade, os cientistas entendem que o descanso é fundamental para que o computador consiga refletir sobre o que deu certo e o que deu errado em suas ações. A ideia foi importada da neurociência: durante o sono, o cérebro biológico costuma revisar padrões temporais — o mesmo pode ser feito no caso das máquinas.

Avaliação de Desempenho com o Appus Perf

Tecnologia a serviço da saúde

Nos Estados Unidos, a Inteligência Artificial tem sido utilizada na busca de novas drogas para combater a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Também conhecida como Doença de Lou Gehrig, ela afeta o físico Stephen Hawking. A ELA ataca e mata células nervosas de controle muscular. Por isso, os robôs analisam enormes bases de dados que auxiliam em soluções mais rápidas contra a enfermidade. Uma medicação em testes na Universidade de Sheffield é resultado de pesquisas feitas por inteligência Artificial e já mostrou resultados promissores.

Feedback 360º com o Appus Skills

Nem sempre dá certo

Recentemente, o Facebook precisou interromper um experimento com chatbots — simuladores de conversas entre pessoas. Os engenheiros estimularam os bots a fazer negociações de produtos entre si. No entanto, eles criaram padrões de linguagem incompreensíveis para o ser humano.

Obras de arte

O Watson, da IBM, um dos mais famosos sistemas de Inteligência Artificial, foi recentemente treinado para aprender sobre obras de arte expostas na Pinacoteca de São Paulo. Através de um app, era possível que os visitantes do museu perguntassem ao computador sobre as obras da exposição. Ao mesmo tempo que repassava as informações, o sistema aprendia novas combinações de respostas.

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