Caro leitor

Apresentação

Foto: Morro do Canal — Piraquara/PR — Brasil
Nunca é tarde para ser quem você poderia ter sido.

Essa frase tem sido meu lema nos últimos meses. A encontrei à deriva pela grande rede e cheguei a emoldurá-la, fixando-a na parede da sala, estrategicamente posicionada para ser uma das primeiras coisas que vejo ao levantar. O Google — na maioria das vezes — a atribui à George Elliot, ironicamente uma romancista britânica que usava um pseudônimo masculino para ser levada à sério. Tal frase me acertou em cheio. Demorei 40 anos para decidir ser um escritor. Antes tarde do que nunca!

Sempre trabalhei no meio acadêmico, mas nunca dediquei meu tempo à escrita, a mantive adormecida como uma espécie de paixão proibida. Nunca soube o que fazer com o desejo de exteriorizar meus devaneios, reflexões, contos e poemas, não necessariamente nessa mesma ordem. Nunca soube como ganhar dinheiro com isso. E ainda não sei, confesso! A verdade é que o dinheiro não é — e nunca será — o mais importante. Não para quem tem alma de artista, assim como eu. Então decidi voltar a estudar: de professor a aluno. Atualmente curso licenciatura em Letras e decidi iniciar um projeto ambicioso: uma revista eletrônica voltada para o que mais amo: educação e arte, arte e educação. Sendo assim, vos apresento a Revista “Aspas Duplas, um espaço para quem deseja ver seus trabalhos publicados. Pretendo atrair semelhantes, sonhadores e artistas que também queiram compartilhar da mesma paixão.

Consegui reunir, em pouco tempo, alguns amigos que gostaram da ideia e essa é a nossa primeira edição. Aspas Duplas nasce como um periódico — a princípio — trimestral e gratuito. Os colaboradores são voluntários e a publicação de suas obras, um sonho realizado.

Espero que gostem!

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