A cibersegurança Irlandesa está entre as melhores do mundo

Gabriel Fonseca
Feb 7 · 2 min read

A Irlanda está entre as 10 maiores do mundo em segurança cibernética, segundo um relatório de um site de consumo de tecnologia.

A pesquisa da empresa britânica Comparitech examinou vários fatores em 60 países relacionados à manutenção de dados seguros, como o percentual de telefones celulares e computadores infectados por malware e o número de ataques de malware financeiros.

Malware é um software projetado para obter acesso não autorizado ou destruir o sistema de um dispositivo, enquanto o malware financeiro é um programa malicioso criado para roubar o dinheiro do usuário, da conta bancária em seu computador, disse a Comparitech. A Irlanda ficou em sexto lugar na pesquisa da empresa, atrás dos EUA, Dinamarca, Canadá, França e Japão. Ela ficou na frente da Suécia, Reino Unido, Holanda, Cingapura e Austrália.

A Argélia foi considerada o pior país em segurança cibernética, com um terço dos computadores infectados por malware e um quinto dos celulares infectados.

Indonésia, Vietnã, Tanzânia e Uzbequistão estão entre os piores países em segurança cibernética, disse a Comparitech.

A Irlanda, por comparação, vê apenas 4% dos celulares infectados com malware, além de quase 8% dos computadores, segundo o relatório.

Apenas 0,5% dos usuários on-line irlandeses têm sido alvo de ataques financeiros de malware, disse a Comparitech.

A legislação mais atualizada sobre segurança cibernética foi a França, a China, a Rússia e a Alemanha, segundo o relatório.

O Japão é o país mais seguro do mundo, de acordo com os resultados. Rebecca Moody, da Comparitech, disse: “Apesar de alguns países terem pontos fortes e fracos claros, há espaço para melhorias em todos”.

“Se eles precisam fortalecer sua legislação ou os usuários precisam de ajuda para colocar melhores proteções em seus computadores e celulares, ainda há um longo caminho a percorrer para tornar nossos países seguros”.

Comparitech disse que, como o cenário da segurança cibernética muda constantemente, os países tiveram que tentar “dar um passo à frente dos cibercriminosos” em relação aos golpes que estavam evoluindo constantemente.

Moody disse que, apesar dos resultados, todos os países pesquisados ​​tinham espaço para “melhorias significativas”.

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