A terceira semana de BEPiD.

A semana começou com uma boa dose de Design Condicional. Foi bom dar uma pausa no Playground e ver alguma coisa que tenho um pouco de familiaridade. Mas isso foi por um curto período de tempo, e logo estávamos novamente frente a frente com o amigo Swift. Não me entenda errado: eu acho programação um negócio muito interessante. Porém, olhar aquela tela em branco, lembrar o que faz o que, saber o “por quê isso e não aquilo?” e lembrar qual código chamar é a parte complicada.

Cena representativa do meu contato com o Swift Playgrounds durante a semana. Podemos acompanhar as fases de: confiança, frustração e superação.

Porém, essa semana nos ensinaram que existe uma coisa (maravilhosa) chamada SpriteKit, que torna todo aquele código esquisito em algo visual. Olhar pra View e ver as coisas realmente aparecendo ali e se mexendo é um alívio.

Consegui, ao final da semana, ter alguma coisa do meu projeto em andamento, o que diminuiu um pouco o pânico de não saber por onde começar. Não é nada extremamente “wow”, mas é uma coisinha que me sinto feliz por ter conseguido fazer. Aos poucos eu vou adquirindo o repertório do Swift, e com o tempo, alguns problemas vão ficando mais obvios para resolver (e evitar).

Mas é claro: ainda tem muito chão pela frente.

Daí a gente faz o gancho: “Sair da zona de conforto é…”
É fazer o que você não quer, mas que você precisa e fazer o que você quer, mas não tem coragem. Ajuda a superar conceitos errados e ver as coisas por um ponto de vista diferente. E bem, é exatamente o que estamos fazendo no BEPiD. Cada dia aprendemos algo novo e nos deparamos com desafios que, talvez em outro contexto, decidiríamos resolver em um outro dia. Estamos constantemente “levando sustos” que nos fazem crescer.
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