Qualidade não é a etapa final, é a essência do processo.

Apesar de já existir desde os anos 70, denominada durante anos como engenharia de testes, a área da qualidade voltada para tecnologia ainda desperta a curiosidade de muitas pessoas, que se indagam sobre a importância da mesma.

Estudos frequentes do NIST (National Institute of Standards and Technology) mostram que, nos EUA, onde se concentram os maiores polos tecnológicos, erros em sistemas custam em torno de $$ 59,5 bilhões por ano. Todo esse custo vem sendo reduzido com a adesão a testes que garantem a estabilidade dos sistemas desenvolvidos.

Muitos atribuem a Thomas Edison o primeiro relato de um bug, quando, em 1878, o inventor usou o termo para designar insetos que causavam problemas em seu fonógrafo. Mais tarde, o termo faria parte do vocabulário dos profissionais de TI, graças a Grace Hoper, que descobriu que um inseto estava causando problemas de travamento na máquina Mark II. Como simbologia, Grace, ao retirar o bug com uma pinça, o colocou em seu caderno de notas e escreveu em um relatório de manutenção: “Primeiro caso de bug encontrado”.

Sem dúvida, todos os fracassos e gastos que os projetos de software tiveram no passado nos levam à exigência e percepção que temos hoje sobre qualidade. Sabemos que a responsabilidade sobre a qualidade não é apenas dos analistas da qualidade, mas de todo o time, que deve sempre estar atento às boas práticas e entregas com valor.

Mas se a qualidade é de todos, então qual o papel do QA no processo de desenvolvimento de software? É isso que o nosso time da Qualidade responde no vídeo abaixo: