Balanço — O pior dia de 2013

Não vou detalhar muito aqui. Mas durante a dor, no comecinho de junho, eu tive consciência de uma coisa: sempre que perdi pessoas amadas, eram parentes. Elas, de um jeito ou de outro estavam ali. Os amava, claro, mas é diferente você escolher alguém para amar de amar alguém que sempre esteve ali.

E ela primeira vez eu perdi alguém que eu amava. Alguém que eu estava construindo planos, sonhos, vontades, uma vida. Todas as nossas conversas iam nesse sentido. E tudo foi abruptamente rompido. É diferente de terminar um relacionamento. A gente não ia terminar. E fomos terminados.

Hoje, pouco mais de seis meses depois, ficaram as lembranças dos dias juntos, das risadas, dos chocolates, dos bilhetinhos. De uma linda e breve história de amor. Pra sempre, fofuxo!


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