Escolhendo a arquiteta — #apê1301

Parte do acordo do apartamento novo era — e isso foi sugestão da minha mãe — contratar um arquiteto para fazer o projeto.

Confesso que de cara eu achei chique. Para quem sempre montou casa na base do “junta uma grana e compra e vai encaixando”, ter um profissional pensando na casa era algo que eu não tinha cogitado. Mesmo na última reforma do apartamento atual, que algumas coisas foram mais pensadas, era eu e meu Pinterest criando basicamente.

Mas nesse caso as coisas são diferentes. É uma casa sendo construída do zero. Trocar pisos, trocar azulejos, mandar fazer estantes, armários, escolher cada um daqueles pequenos detalhes que compõem uma casa e que a gente sempre esquece. Um olhar especialista era fundamental.

E foi assim que comecei a pensar em nomes. Pensei em amigos que trabalham na área, pedi indicações para as pessoas. E já estava até propenso a conversar com um amigo que eu gosto bastante do trabalho e que eu acredito que iria conseguir traduzir bem as ideias.

Quintas arquitetas D+

Mas eis que mamãe — sempre a mais sábia do rolê — propõe: que tal sua prima Fernanda? Admito, não foi a minha primeira escolha e eu explico. Confio no talento dela? Opa, com toda a certeza do mundo. Mas ela mora em Ribeirão Preto. Será que daria certo isso de ter a arquiteta lá e a obra acontecendo aqui?

Mas eu decidi apostar. E não poderia ter feito escolha mais acertada. Desde a primeira visita ao apartamento modelo, conversando com ela sobre o que a gente gostava, o que não gostava, fui sentindo confiança. Tive um receio de leve dela fazer um projeto parecido demais com o modelo, mas já adianto que não, não ficou nada parecido!

Estamos falando da pessoa que tem o papel de traduzir seus sonhos de uma casa ideal em realidade. E para isso, a confiança tem que ser total. E agora, mais do que nunca, eu estou confiando. Mas eu conto os passos seguintes no próximo post.

E se alguém quiser conhecer o trabalho dela, vale conhecer a Página dela (e me pedir o contato!)

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.