Levanta a cabeça e vai…

Todo mundo tem aquele dia que acorda e pensa: ok, quero ficar aqui na cama. Não mais cinco minutos, nem dez. Mas o dia todo. Isso é absolutamente normal. Aliás, estranhe um pouco quem acorda como se fosse uma blogueira fitness todo dia.

Mas a gente aqui é tudo adulto (e se não for, sai do meu site, aqui tem umas coisas sérias demais para vocês) e proletário. Fica na cama não é uma opção. E isso anda passando demais pela minha cabeça, a tal da motivação.

Dinheiro? Olha, é bom, mas não é algo que me motiva 100% não. Trabalho? Pffff. Se trabalho fosse bom, a gente não recebia dinheiro no final do processo. Mas então, o que me motiva?

Fiquei com esse pensamento por muito tempo, sem nunca encontrar uma resposta real. Não que seja algo simples, algo aritmético. Mas durante a minha avaliação do Adeus, Fadas e Bruxas (já saudades…), eu ouvi algo que me deu o estalo: eu mesmo.

Simples, né? Em tese, sim. Na prática, nem tanto. Quem me motiva a seguir a vida adiante sou eu e apenas eu. “Ah André, que autoajuda mais cafona!”, poderão dizer.

Ok, tem um pouco sim. Mas tem algo que foi pensado e repensado. Não é se motivar pelo trabalho, pela grana, pelos projetos, pelos amigos, pela família, por nada disso. É se motivar por tudo isso e mais um pouco que te compõe.

Vai ter dia que você vai cair? Mas claro. Mas faça esse esforço. Comece a mudar por você mesmo. Em pequenos passos.