Minhas dez músicas favoritas

Sabe aquela pessoa que se diz “movida a música”? Definitivamente não sou eu. Para ser sincero, até não muito tempo atrás eu era das pessoas mais musicais do mundo. Mas aos poucos eu fui ouvindo uma coisa aqui, outra ali e fui criando um gosto pessoal.

E foi com isso em mente que eu me desafiei: escolher as dez músicas que mais me trazem algum tipo de memória, de sentimento. No começo foi fácil. Coloquei lá dez músicas e pronto. Aí lembrei de uma, de outra, de uma terceira. E aí o desafio começou: como tirar uma para colocar outra?

Aí a coisa complicou. Remexer em memórias e tomar decisões. A única regra que eu tive que estabelecer foi: uma música apenas por artista. Senão tem gente aqui que teria várias. Vamos a elas? Dá o play na playlist!

Listen: Beyoncé é uma que eu precisava escolher uma apenas. E depois de muito pensar fiquei com Listen, que eu gosto da letra, adoro cantar a plenos pulmões, adoro o filme.

A Little Respect: memórias adolescentes. Erasure me lembra quando eu era novinho e ia para Aloca. Sério, é tocar e as memórias (as que o álcool não matou) desse tempo voltam. E são tão boas.

Viva Forever: Spice Girls é item de fábrica para uma bicha da minha geração. E eu poderia escolher uma mais dançante, mas essa é outra que eu ouço e quero cantar, dublar, fazer a minha performance cheia de emoção e sentimento.

Valsinha: Ah Chico Buarque! Você me ferrou tanto. Foi quase um empate técnico entre Valsinha e O Meu Amor. As duas me trazem memórias lindas da ECA. Mas Valsinha levou pela delicadeza. Presta atenção na letra. Tão pequena e tão linda.

Love me Tender: Elvis e sua voz. Eu era ainda bem teen quando comprei um CD de hits dele, por causa da modinha de A Little Less Conversation. E apaixonei. E essa especificamente foi a favorita por anos e anos. Então merece.

Can’t Stop Loving You: Van Halen. Assumo que não conhecia mesmo até a ECA. Mas em uma troca de gestão, galera chorando para cacete, começou a tocar. E aquilo me arrepiou tanto, mas tanto, que ainda ouço e trago toda a emoção daquele momento de volta.

I Have Nothing: A irmã mais velha da Beyoncé no meu coração. Música para cantar com a alma, colocar todo o sofrimento para fora, chorar e sair leve.

Total Eclipse of the Heart: tinha que ter uma cafonice das boas, né? E tem coisa melhor que encher a cara, cantar umas cafonices e essa maravilha aparecer? Ok, tem. Mas essa é uma coisa bem boa também.

A Lenda: Se você tem a minha faixa etária, Sandy e Junior são partes fundamentais da sua infância. E começo de adolescência. Então tem história de sobra com essa discografia inteira.

Bohemian Rhapsody: Queen! Qualquer uma poderia estar nessa lista com tranquilidade. Mas aí meu lado diva sempre fala mais alto. E minha lista é para cantar!

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