O importante é amar! A começar por você mesmo

André Sobreiro
Jun 18 · 2 min read

Eu sigo um casal de meninos que namora mais dois meninos. Uma amiga minha, que por muitos anos se identificou como hétero, hoje está absolutamente homossexual. Dentre os meus amigos mais próximos encontrar relacionamentos abertos é absolutamente trivial. E, o mais mágico disso tudo, cada um com seu formato. E nem preciso entrar na minha situação atual (mas entrarei logo mais).

Esses dias, ouvindo um podcast, uma pessoa disse: eu vivi mais anos como hétero do que como gay. E eu fiz a matemática e concluí que eu também. Ai coloca na conta a fase monogâmica, a fase de relacionamento aberto e, por fim, a fase atual poliamorosa.

Em cada uma dessas viradas a minha cabeça virou de ponta cabeça. Como me relacionar com as pessoas, como lidar com as coisas que eu sinto e, principalmente, como lidar comigo mesmo. E a maturidade tem me ensinado uma coisa: é sobre amor e consensual? Então está valendo.

Pode soar piegas e, na verdade, é até um pouco. Mas estou falando aqui de se amar. Mas é sobre encarar o mundo, caso preciso. Se assumir gay foi encarar o mundo. Admitir que relacionamento aberto era o que eu queria, foi um novo desafio. E agora admitir que posso amar mais de uma pessoa é um terceiro.

Mas, de novo, é sobre amor. Sobre fazer o bem para as pessoas, inclusive por mim mesmo. Que mal isso pode ter? Não tem nada de errado nisso, não.

Nesses últimos tempos, tenho repetido isso quase como um mantra: se ame, se abre para o amor, se abra para amar. Você vai ver uma virada na sua vida que vale demais a pena.

E dessas coisas de poliamor que eu citei aí, em breve eu falo mais. Prometo.

André Sobreiro

A vida como ela é: colorida e com tons de cinza

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