Os primeiros problemas #apê1301

Você já comprou um chiclete, aposto. Uma camiseta também. Subindo o preço, provavelmente comprou um computador ou um celular. E subindo mais, já comprou uma casa?

É a mesma coisa. Tem alguém querendo comprar e alguém querendo vender. Você procura o que mais se encaixa nas suas posses/sua busca. A diferença aqui é que, quanto mais você sobe o preço, mais o comprador precisa tomar cuidado. E barganhar. Como já disse, visitamos o apartamento pela primeira vez ainda antes do carnaval. E só assinamos em junho. E isso foi muita conversa e negociação de preço.

Do ponto de vista do vendedor, quanto mais sobe o preço, mais sobe a lista de armas que eles usam para nos seduzir. Vantagens e regalias vão aparecendo a cada movimento que você faz de hesitação.

Uma das possibilidades que mais nos interessaram foi a personalização. Perdoem se eu nunca tinha pensado nisso na minha vida, mas a ideia de adiantar coisas da obra ainda com o prédio sendo construído era algo bem interessante para a gente. Cada dia de obra a menos, tornava a mudança mais próxima.

E eis que você assina. E é hora de dar adeus ao mundo da sedução das vendas e encarar a realidade fria do atendimento. A personalização da planta, oferecida para a gente em junho, já havia se encerrado em abril. Aí dá-lhe e-mails para conseguir reverter isso. Primeira vitória.

E a parte de personalizar pisos, azulejos, metais e afins? Também já tinha expirado, mesmo o vendedor tendo nos oferecido. Mais e-mails. E aqui a decepção. Todo aquele mundo lindo do apartamento decorado, que tanto seduz, por alguma razão que eu jamais entenderei, não é oferecido na personalização.

E não estamos falando de um brinde, nada disso. Cada coisinha oferecida na personalização tem seu preço. Era perfeitamente possível oferecer os itens do decorado. Mas não. O resultado foi: brigamos e, no fim, ficamos com a planta padrão. E os itens básicos. Vai tudo para a futura obra mesmo.

Mas tudo bem, isso não vai estragar nosso humor. Tem casa nova a caminho.

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