Pode entrar, João Paulo!

Foram nove meses de brincadeiras, fadas, feiticeiros, bruxas, cores, fantasia. E uma das magias das artes é justamente essa possibilidade de virar a chavinha e trocar de mundo.

E, desde o começo de agosto que está assim: o mundo das fadas deu lugar ao existencialismo de Jean-Paul Sartre. Quando soube que íamos montar Sartre, meus olhinhos brilharam. Eu estava numa fase estranha, decidido a encerrar essa fase depois do Fadas. Mas aí pensei: como dizer não para Sartre?

Não tinha como. E aí eu fiz o que eu costumo fazer quando me interesso por algo: sai correndo para consumir mais. Comprei os livros das peças que vamos montar e corri para ler.

Eu sei que serão adaptações delas, mas isso é parte do meu processo pessoal. Não é do meu feitio aceitar apenas o que é ensinado, pura e simplesmente. Eu quero mais. Ainda estamos bem no começo do processo, não tenho muito mais o que falar.

O que eu sei é: em maio de 2019 tem apresentação de Mortos Sem Sepultura e As Moscas. Quero vocês por lá!

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