Será que eu sirvo para meditar?

Uma das metas desse ano é aprender a meditar. Não tenho a menor pretensão de ser aquela pessoa que consegue esvaziar a mente e ficar pleno-cara-de-Rodrig-Hilbert meditando. Nada disso. Eu tenho um problema com falta de foco que me incomodou demais o ano passado.

Toda tarefa que eu começava e notava que ia ser grande demais, eu dividia em várias tarefas menores que se alongavam por semanas. Se eu aprendesse a me concentrar e a focar, talvez eu acabasse em, sei lá, uma tarde. E foi daí que eu decidi aprender a meditar. Fez sentido? Bom, para mim fez.

Comecei o ano nessa missão. Corri pra AppStore e sai baixando todos os aplicativos de meditação guiada. Prometo que depois eu faço uns posts testando um a um, mas já que para mim todos eles foram bem parecidos e bem úteis.

A primeira vez que fui meditar me coloquei lá, em um lugar confortável, banho tomado, clima ameno. E play no aplicativo. E PQP que coisa difícil.

A simples ideia de esvaziar a mente faz a mente pensar em mil coisas, inclusive no ato de esvaziar a mente. Mas não desisti.

No segundo dia, comecei a me focar na respiração em si e olha: quanta diferença. Aquela voz que vinha do aplicativo — que por sinal também me distraí notando a entonação e imaginando a cara da pessoa — começou a se tornar um som quase que ambiente. Eu estava aprendendo a obedecer.

Já nessa primeira semana eu comecei a notar diferença. Logo após a meditação eu costumo pegar um livro para ler e a atenção ficava muito melhor. Sou uma pessoa focada já? Longe disso. Mas comecei a encontrar meu caminho.

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