Teatro, a volta e os planos

Antes de começar a falar, quero pedir desculpas. Ainda vou escrever muito na comparação com tudo que aconteceu em 2017 e o câncer será presente. Praticamente todas as minhas decisões foram pautadas pelo tratamento, então ainda estou vivendo as consequências disso.

E com o teatro não foi diferente. Primeiro eu pensei em largar. Depois, não apenas continuei como ainda me envolvi em mais coisas. No segundo semestre apresentei A Cela e a Tela, facilitei uma turma (meus amados 266!) e ainda aprendi um pouco de sonoplastia em Ensaio Sobre A Cegueira. E depois de tanta intensidade, como seria 2018?

Intenso! Comecei o ano voltando aos ensaios de Adeus, Fadas e Bruxas. A peça começou a ser trabalhada ainda no ano passado, mas a montagem mesmo esse ano. Em junho estaremos no palco e quero todo mundo que tem criança vendo a gente, ok?

Além disso, nada como um desafio, né? E o da vez é cantar. Eita coisa difícil para mim! Mal canto no chuveiro e decidi entrar em uma Oficina de Canto. O motivo? Sei lá! Eu aprendi recentemente que quando eu tenho um impulso positivo, tenho que seguir e pronto. Deixar meu medo de lado e seguir.

E que ótima decisão. Foram apenas quatro aulas, não sai de lá cantando como a Britney Spears (cof cof cof), mas sai aprendendo coisas, meu objetivo maior. Respiração, voz, algumas coisinhas de canto. Até aquela vergonha de cantar em público eu estou perdendo.

Mas não quero parar nisso. Em 2018 quero aprender mais das questões técnicas/operacionais. Quero sempre entender tudo do processo, então hora de entender mais. E quero voar. Tenho algumas ideias na cabeça (alô Bia, se você ler isso é contigo mesmo que eu estou falando) e quero que esse seja o ano de colocar em prática. O ano promete!

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