Vamos mudar de casa? #apê1301

Câncer. Não, dessa vez não é o Diário de Hodgkin, que já está acabando, aliás, mas sim meu signo. E se você conhece algo de signos, sabe o quanto nós somos apegados às nossas casas.

No meu caso, a coisa ganha ainda novos contornos, se você pensar que eu moro e trabalho no mesmo espaço desde 2012. Tudo precisa ser pensado para eu ter um bom lugar de trabalho e uma casa que sejam ambos confortáveis, agradáveis e com meu (e agora o nosso, já que não moro mais sozinho, né?) estilo. E, claro, caber em um espaço pequeno, que a vida é assim, não tá rolando uma mansão… ainda.

Mas vamos voltar no tempo. Lá em 2013 eu saí da Vila Mariana e vim morar na República. O centro, até então, ainda tinha para mim aquela imagem de lugar feio, degradado. Mas eu gostei do apartamento e me mudei. E assim eu fiquei um tempo, com alguns móveis no improviso, escolhidos pelo meu gosto, mas sem pensar no todo.

No final de 2015, veio a reforma. Pintura, sofá novo, alguns móveis feitos por um marceneiro. Aqui, pela primeira vez na vida, eu coloquei minha personalidade na decoração. Cores, brinquedos, espaço para livros. Tudo estava ali, do meu jeitinho e com as ideias que o maravilhoso Pinterest foi me sugerindo.

Reforma feita, Thi mudou para cá em janeiro de 2016. Tudo certo para morar alguns bons anos aqui, certo? Ok, era certo. Até que surgiu uma proposta que mudou tudo. Mudar para um lugar novo, começar uma casa nova do zero. Uma experiência que eu até então nunca tinha passado.

E eu aceitei? Bom, não exatamente. Mas isso é tema para um próximo post. A ideia aqui é narrar aos poucos todo o processo da mudança, os sonhos, os problemas. O título, claro, já tem spoiler, mas a jornada, essa sim vale a pena ser vivida.

Spoiler: casa nova tem piscina ❤
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