Terceiro dia de Imersão

Para contar um pouco mais do terceiro e último dia de Imersão, e como não poderia deixar de ser, chamamos um dos participantes para nos contar um pouco mais sobre sua experiência, e dessa vez quem escreveu foi o Pedro Henrique França.

A democracia representativa não tem nenhum valor prático se não for acompanhada de uma gestão colaborativa. E o terceiro dia de Imersão deixou isso bem claro.

Uma visita a uma das Escolas de Desenvolvimento Infantil da Prefeitura do Rio se tornou um mergulho na história da educação para crianças na cidade. Um tópico que já foi custodiado por 4 secretarias diferentes, hoje está sendo visto com os bons olhos e tratados com as boas mãos da Secretaria Municipal de Educação. Melhoras significativas foram apontadas desde as últimas gestões. O terceiro dia do Imersão começou com uma quinta-feira de muito sol, e com a certeza de que o ensino público municipal está progredindo para uma excelente política de Estado.

O ápice do dia foi quando todo aquele engajamento chegou ao seu propósito: propor soluções para maximizar a gestão colaborativa na cidade do Rio de Janeiro. No auditório do Piranhão, o começo do futuro do Rio de Janeiro. Com representantes de várias secretarias, os participantes trouxeram todo o conhecimento adquirido nos 2 dias e meio de visitas, palestras e debates. Ideias e críticas, frutos de um brainstorm extremamente focado, foram da cartolina para os ouvidos dos maiores tomadores de decisão da administração municipal.

O feedback foi imensamente positivo. A iniciativa do LAB.Rio, as proposições, a postura dos Imersos. Tudo funcionou e foi de grande produtividade. Importante ressaltar que estamos de olho na aplicação de cada uma dessas ideias que foram elogiadas pelo quadro da prefeitura. E claro, exercendo o verdadeiro papel do Lab.Rio: convocando toda a população a pensar nossa cidade em conjunto com o poder público. Que venham mais Imersões. E que cada um seja um Imerso, dentro ou fora dos prédios da Prefeitura.

Por um Rio mais cidadão.

Pedro Henrique França, 19 anos, roteirista e ludificador.

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