A ideia era transformar a América Latina numa imensa corrutela comunista

O lado bom da crise econômica que deve durar até 2023 é uma possível tomada de consciência dos brasileiros para nunca mais cair no discurso fácil dos populistas.

Lula é um psicopata, parasita social, chupa-cabra da miséria alheia, sanguessuga do Estado. Ao mesmo tempo em que distribuía bolsas e fazia discursos para incautos e bajuladores, o ‘pai dos pobres’ voava o mundo como caixeiro-viajante da Odebrecht vendendo obras sob comissão para ditadores bolivarianos e africanos com financiamento do BNDES.

O “alma viva mais honesta’ é um político corrupto e mau-caráter que aprendeu bem cedo a usar sua áurea de pau-de-arara nordestino pobre para encantar e manipular mentes oportunistas de todas as categorias — operários, intelectuais, religiosos, estudantes, artistas e minorias susceptíveis à vitimização pela inveja econômica, conforme o ideário marxista baseado nas relações de classe do século XIX.

Inicialmente Lula fingiu aceitar o papel de boi de piranha dos comunistas fundadores do PT que pensavam e usá-lo para chegarem ao poder. Mas na sequencia, como pelego bem treinado no ABC paulista, o “Amigo” deu o golpe e impôs seu carisma. Subjugou moralmente quase todos os companheiros (alguns poucos não se deixaram usar) com discursos e bravatas utilizadas até hoje para fascinar e manipular as massas desinformadas.

Foi com este capital político que ele e seus seguidores inescrupulosos eliminaram companheiros mais idealistas e cooptaram apoios das velhas oligarquias, rurais e urbanas, como Sarney, Renan, Lobão, Collor, Barbalho, Maluf, entre outros até então tidos como inimigos mortais da causa.

Os discípulos de Lula são pessoas afinadas com o coitadismo, o falso assistencialismo aos pobres cheio de segundas intenções eleitorais. Maquiavelicamente, buscam unicamente multiplicar a pobreza, transformá-la numa legião de miseráveis e finalmente usá-la como escada do partido para ascensão de seus dirigentes ao poder e acúmulo fácil de riqueza via assalto ao erário.

Não, eles nada fazem para erradicar a desigualdade e as injustiças sociais que alardeiam. Em 14 anos de poder, o governo lulopetista abusou de benefícios e medidas paliativas.

Só fez incrementar e perpetuar este distanciamento social de forma a gerar uma ação moto-contínua baseada no sentimento de gratidão das suas vítima-beneficiárias para com a benevolente nova classe dirigente.

No vídeo o discurso petralha contestado por Dória, prefeito de São Paulo.

Claro que só discurso não é suficiente para fazer o lulopetismo se perpetuar no poder como pretendiam os petralhas. Era necessário muito dinheiro para enriquecimento dos quadros da CLASSE DIRIGENTE e da máquina partidária, ansiosa para executar o projeto bolivariano da PÁTRIA GRANDE, a transformação da América Latina numa imensa e saudosista URSS comunista.

Houvesse dado certo, Brasil, Venezuela, Bolívia, Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, Chile e demais países do continente seriam hoje uma imensa corrutela.

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