Verão combina com livros!

Verão pede praia e praia pede… livro?! Sim, livro! Melhor coisa é ler na praia. E é bom levar seus livros para tomar um solzinho, receber a brisa marinha, que traz saúde e inspiração. Verão tem tudo a ver com livros; a leitura seguindo, embalada pelo barulho das ondas. Sim, eu sei que isso é meio que no paraíso das praias. Que no verão as praias lotam e antes do barulho das ondas tem o bordão dos vendedores ambulantes, da criançada atrás da bola, do som rolando na caixa da turma da cerveja. Mas aí, se não tem paraíso… o livro vira essa bolha deliciosamente protetora do caos que reina ao redor. É abrir o livro e mergulhar, alheio ao mundo, entre um e outro mergulho no mar!

Foto: Toinho Castro

Gente, é muito recomendado ler na praia, no ônibus ou no metrô no caminho até a praia. Ainda dá pra fazer aquela selfie com a capa do livro, que vai estimular outras pessoas a levar seus livros também. E quando se trata de livro, o que vale para a praia tá valendo para qualquer passeio, seja o chope na mesinha da calçada do seu bar preferido ou na tranquilidade dos jardins do Museu da República ou no gramado do Ibirapuera. Onde você está? No recife? Em Teresina? Porto Alegre? Tem aí um cantinho deliciosos para parar o tempo e ler, enquanto o verão nos oferece seus dias lindos.


Nós aqui na Blooks queremos que você leia, mais e melhor. E não é porque vendemos livros e sim porque acreditamos nos livros! E é por isso também que trabalhamos com eles. Acreditamos, trabalhamos e queremos mais livros na sua vida, seja comprado na Blooks, retirado de um biblioteca, emprestado de um super amigo. A gente quer ver mais livros circulando por aí. E se você anda lendo pouco, aproveite essa dica, aproveite o verão para ler com mais frequência, entre uma onda e outra!

E deixa chegar o outono que a gente vai vir aqui fazer a mesma coisa e dizer o quanto é legal ler no outono!
:)


ELEGIA DE VERÃO
O sol é grande. Ó coisas
Todas vãs, todas mudaves!
(Como esse “mudaves”
Que hoje é “mudáveis”
E já não rima com “aves”.)
O sol é grande. Zinem as cigarras
Em Laranjeiras.
Zinem as cigarras: zino, zino, zino…
Como se fossem as mesma
Que eu ouvi menino.
Ó verões de antigamente!
Quando o Largo do Boticário
Ainda poderia ser tombado.
Carambolas ácidas, quentes de mormaço;
Água morna das caixas-d’água vermelhas de ferrugem;
Saibro cintilante…
O sol é grande. Mas, ó cigarras que zinis,
Não sois as mesmas que eu ouvi menino.
Sois outras, não me interessais…
Dêem-me as cigarras que eu ouvi menino.
BANDEIRA, Manuel. Opus 10 (1952). In:___. Estrela da vida inteira. 19.ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. p.192.

Dicas IndieBlooks para ler na praia, na praça, nos parques e muito além!

Clique nos livros!