Já está gastando na economia da Automação?

Perca a timidez com os robozinhos e gire a economia!

Os chatbots estão na boca do povo: a famosa interface conversacional que visa conversar com os sistemas através dos chats em aplicações, principalmente nas redes sociais e nas soluções de mensagem instantânea. Conforme o contexto muda, novos paradigmas são estabelecidos e já tem algum tempo que o paradigma da comunicação foi transformado. Se antes o normal era ficar horas plantado no telefone fixo, atualmente conversamos praticamente através de mensagens — não somente de texto, mas também imagens, vídeos e áudios.
 
A partir do atual contexto de preparação e estruturação do ambiente digital para integrações por mensagens, especialmente depois do surgimento de APIs e da mudança nos termos de serviço do WhatsApp para permitir a entrega de mensagens comerciais, o novo paradigma econômico é a economia da automação. A grande preocupação e esforços da vez estão voltados aos robozinhos que irão interagir para facilitar e simplificar o acesso a uma enorme gama de serviços, negócios e comércio. A economia da automação escala a aprendizagem de máquina, algoritmos e inteligência artificial. A tecnologia disruptiva em questão se concentra no seguinte questionamento: se eu posso falar com meus amigos e familiares por mensagens, porque ainda preciso fazer uma ligação para pedir uma pizza, marcar uma consulta no dentista ou até mesmo falar com o gerente do meu banco? Por quê não posso simplesmente abrir o aplicativo de mensagem, buscar pelo contato da empresa e disparar uma mensagem para resolver meu problema?

Os contatos inteligentes, de certa maneira, já existem, uma vez que toda empresa já consegue ter seu contato na agenda dos clientes, marcando presença dentro dos aplicativos de mensagem existentes no mercado. A grande questão é que a capacidade da maioria dos chatbots de se comunicarem e conduzirem um procedimento ou processo de forma adequada, compreendendo a linguagem natural, ainda é limitada. Muitas vezes pode ser frustrante. Até que essa tecnologia alcance a maturidade e os chatbots desabrochem, é preciso acreditar que o primeiro passo para um pleno aproveitamento futuro é, desde já, arrumar a casa para o que está por vir, construindo bots preliminares (que não falam necessariamente na interface de conversa) e já ir preparando o terreno.

A adoção de veículo corporativo próprio para comunicação, exclusivamente dedicado e orientado aos processos de negócio é o mais sensato e importante para garantir a vantagem competitiva da empresa. Dessa forma, até que os robôs se tornem fluentes, a medida é unificar a gestão de processos, identidades e documentos, permitindo robotizar tudo aquilo que agrega e atende as necessidades da organização, ponderando o grau de automação e deixando as atividades mais nobres para as pessoas (sim, o famoso “empoderamento”), para em um futuro próximo discutirmos questões como essas diretamente com um robô.