Fazendo drama e renunciando

(Text escrito por Maxine Sanders)

Já se passa mais de um ano desde que dois de seus sacerdotes renunciaram publicamente a Craft Alexandrina, e por mais que isso seja pesaroso não se pode dizer que era inesperado. Pessoalmente, acredito “uma vez que um sacerdote sempre é um sacerdote”.

O sacerdote tinha sido um excelente ritualista e, ao mesmo tempo, um brilhante professor. Mas um inimigo comum, o ego, tornou-se seu mestre e, com a ajuda de uma tendência perigosa ao consume de drogas, tornou-se vítima de diabetes e de fantasmas viciosos; seus alunos sofreram, e ele categoricamente recusou ajuda. Sua renúncia não veio de surpresa e foi bem-vinda, ainda assim não sem tristeza.

A segunda renuncia veio de uma sacerdotisa, que dramatizou sua saída da Craft pela segunda vez, numa jornada bem-sucedida de se fazer de vítima e tornar-se uma “heroína”. Iniciados sérios não tratam a Craft como uma porta giratória. Duvidas foram lançadas sobre a autenticidade de sua Iniciação Sul-Africana, e Iniciação seguinte foi desprovida de treinamento na Tradição Alexandrina, e ainda pairavam dúvidas sobre a validade de seu iniciador. Esta era a razão para aspirar a “Reiniciação”, para obter uma Linhagem válida.

Ela cometeu o erro de falar com outro Alexandrino sobre seus verdadeiros motivos para seu pedido, eles não eram honrados. Ela depreciou seus próprios iniciados e aqueles que confiaram nela, fazendo-nos apreciar sua decisão, se não a sua duplicidade.

Ela conseguiu obter uma enorme simpatia e aclamação pública; ela continua em sua autopromoção narcisista, mantendo seu status de vítima e mártir.

O ponto da questão é que, depois de um ano e um dia, a sua renúncia é tão leve como um cardo, foi com o vento e as bênçãos das Tradições.