Empreendedorismo, Emoções e Dinheiro: Como lidar?

Palestrante: André Luiz Machado

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O palestrante falou sobre as emoções e comportamentos humanos envolvidos na nossa relação com o empreendedorismo. Mostrou que, por mais contraditório que seja, a emoção aliada ao comportamento pode gerar resultados financeiros. Desconstrução da ideia de que precisamos olhar apenas para fora (mercado, concorrência) para descobrir o valor do trabalho do empreendedor.

O André trouxe dois exemplos que chegaram até sua empresa:

> Case “de sucesso”

Um cara que queria ser engenheiro, fez intercâmbio, voltou ao Brasil e abriu uma empresa de construção civil onde ganhava R$ 300 mil por mês. Mesmo assim, estava insatisfeito com a mediocridade e monotonia do seu cotidiano. Sua empresa declarou falência.

> Case “sonho”

Um cara que tinha uma relação conturbada com seu pai e decidiu seguir a carreira militar. Foi convidado a entrar como sócio em uma empresa. Descobriu que gostava de ser empreendedor, mas não tinha talento para controlar o financeiro. Ao invés de desistir, foi em busca de consultorias externas e chegou até a empresa do André, que o ajudou a resolver problemas pessoais com o pai e, a partir disso, resolver os problemas da empresa.

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  • Medo é a principal palavra associada ao empreendedorismo.
  • Parte do sucesso entre os empreendedores é mergulhar dentro de si.
  • O problema das empresas reside nas pessoas que fazem as empresas.
  • A resolução de problemas pessoais ajuda nos resultados das empresas.
  • Precisa topar se conhecer antes de empreender.
  • As pessoas têm nojo do dinheiro, conceitualmente e fisicamente.
  • Embate entre: eu quero ganhar dinheiro X o dinheiro é sujo.
  • Dinheiro X Status: o que as pessoas realmente querem?
  • Nossa relação com o trabalho e o dinheiro parece racional “eu preciso pagar coisas e comprar coisas”, mas na verdade ela é muito emocional.
  • A gente não olha pra dentro (quanto eu estudei, quanto eu me dediquei, quanto eu sou capaz), a gente olha pro que tem ao redor (quanto estão cobrando na região, quanto quem acabou de começar cobra).
  • Valor x preço.

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Como eu posso ajudar alguém se eu não estou me ajudando?

O equilíbrio emocional é fundamental: seria o equilíbrio ou o conhecimento de si mesmo? A aceitação de si mesmo? O saber os pontos positivos e negativos e saber onde buscar uma rede de apoio nas minhas insuficiências?

Apesar do dinheiro nos dar acesso a produtos e serviços, ele é o processo, é a forma burocrática da gente chegar até as cosias que a gente quer. Será por isso que a gente gosta das coisas mas tem nojo do dinheiro?

“Para justificar o seu dinheiro você tem que passar trabalho”: A gente gosta de sofrer e de mostrar que está tendo trabalho porque a gente associa o dinheiro a coisas ruins. O merecimento tem que ser sofrido.

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Trenspotter: Luci Cobalchini, Planejamento na Paim e vice-presidente do GPRS.

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