Cala a sua boca e se engaja logo aí, carai…

Mais engajamento para esta publicação (no Facebook)

Eu sou amarradão naquele meme em que o Batman dá um tapão na cara do Robin, sabe qualé?

Claro que sabe, né?

O meme é bem antiguinho…

Sou tão amarradão nesse meme que procurei saber mais sobre o quadro em questão.

Em uma pesquisa rápida, achei algumas informações sobre o meme, em busca de contextualizar a cena.

Descobri que o quadro está invertido no meme para que o Batman falasse por último, antes do tapa (imagino).

Descobri também um site que cria este meme pra você, é só você digitar o diálogo (sem acentos, por favor, brasileiros).

Eu sempre achei a proposta desta publicação perfeitamente encaixada neste meme, mas não sabia como relacionar as duas coisas (esta publicação não é focada em memes e nem, por princípio, engraçada).

Se por um lado eu me ressentia de não ter um posicionamento claro desta publicação do Medium no Facebook (apesar da minha intuição me dizer que a rede do ruivo está em queda livre), por outro eu não queria fazer uma página no Facebook somente para repostar os links dos textos aqui do Medium para fora de seu ambiente (além de, claro, implorar por likes).

Não, isso não.

De novo, não.

Eu já percorri este caminho com outras fanpages que acabaram às moscas, por falta de foco e atualização (além da minha falta de vontade de mendigar joinhas).

Fiquei matutando esta ideia e… pronto!

Era isso.

Eu havia matado a charada.

A proposta inicial desta publicação era ser um fórum… uma coluna, um editorial, um manifesto, a voz de minhas rabugices, certo?

Este meme vai ao encontro desse sentimento de rabugice, ao representar a tolerância zero do Batman, correto?

Seria esta uma boa forma de representar esta publicação de uma forma bem humorada, sucinta e direta na rede social do Mark Zuckerberg, repercutindo as rabugices virtuais coletivas (e não somente as minhas) do momento atual (não te parece óbvio agora)?

De uma forma (nada) sutil e bem humorada esta publicação se faz representar conceitualmente na sua fanpage e ao mesmo se presta ao engajamento pois, a peça em questão, nos convida ao compartilhamento sem implorar por likes de forma acintosa e caridosa (e sim de uma forma institucional e — ok, quase — subliminar).

Nada mais óbvio do que alterar a identidade visual da própria publicação (eu buscava mesmo algo menos pessoal para a capa, já tem tanta coisa minha exposta aqui por dentro, que a minha foto ali, na capa, me remetia apenas à satisfação do meu próprio ego — e eu estou fugindo dele) para que ela consiga se comunicar diretamente com as pessoas que chegam até aqui pela página do Facebook.

Claro que irei repercutir por lá (também) alguns textos aqui do Medium — mas só na ausência de uma rabugice cibernética capaz de produzir um bom meme — então é bom que haja esta identidade visual entre as duas plataformas, feito?

É isso!

Convergência e engajamento: está no ar a fanpage desta publicação.

Segue lá, please?!

Eu poderia estar roubando…

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