8 grandes iniciativas transformadoras da moda no Brasil

São projetos assim que podem mudar o mundo que vivemos, apoiar o empreendedorismo vai além de uma curtida, conhecer mais sobre cada iniciativa revoluciona o próprio pensamento.

Há quem pense ser utopia o desejo de mudar o mundo, mas temos pés no chão e sabemos que isso só é possível no coletivo. Então vem junto da gente!

Essa lista contempla a promessa feita na última publicação que fizemos aqui no Medium, se não leu, aproveita para ler, pois serviu de inspiração para que mais pessoas como você, tenha condição de aprimorar o conhecimento e claro apoiar essas iniciativas que tem o poder de mudar o mundo.


Foto de perfil da organização no Facebook.

Pano Social: 100% Algodão Orgânico, 100% PET Reciclado, Algodão Reciclado, Corantes, extratos e Pigmentos Naturais, estes são os materiais utilizados pela organização que além de ter a preocupação com o meio-ambiente, desenvolve um trabalho social com ex-presidiários.

Foi criada em 2014 por Natacha Barros e Gerfied Gaulhofer estão à frente dessa startup transformadora, a Pano Social.

Logotipo da marca que reaproveita peças de vestimenta e transforma em calçados.

Insecta Shoe: Essa iniciativa de fato transforma roupas em calçados, a organização foi criada em 2014 na cidade de Porto Alegre. Com solado feito de borracha reciclada e tingimento feito com produtos cuja substância tenha base de água, todos os produtos são veganos, ecológicos, unissex e feitos no Brasil. Sobre a Insecta em números, já acumularam o reaproveitamento de mais de 2100 peças de roupa, 630kgs de tecido e 1000 garrafas PET.

Meus 3 Pontos: Direconada inicialmente para o público feminino, mas com roupas que caem muito bem no quesito unissex. Possuem página no Facebook onde acontece maior interação com quem consome as peças. Fundada em 2006 por Nilsa Schneider e sua filha Anelie, recentemente estão trabalhando na construção de uma loja online e a comunicação se divide entre a página da Meus3Pontos com a m3pitinerante. A ideia da marca é manter o modo artesanal da confecção.

A frase que reforça o conceito por trás do movimento #RoupaLivre

Roupa Livre: Pode-se dizer que está mais próximo de uma comunidade ou movimento do que uma organização, se bem que slow fashion é bem isso. A proposta da #RoupaLivre está em estender a vida útil das roupas, mais informações sobre oo mapa colaborativo dessa rede de pessoas podem ser acessadas no site www.roupalivre.com.br, seja com o objetivo de doação ou encontrar um brechó, até mesmo para achar aquela costureira e quem sabe algum curso sobre moda.

Aplicativo que auxilia o consumo consciente

Moda Livre (APP): É a prova que a tecnologia pode ajudar na tomada de decisão sobre que produto comprar. A ONG Repórter Brasil se encarregou do desenvolvimento da plataforma, tornando um espaço para compartilhar o trabalho que fazem no combate ao trabalho escravo. Desde 2013 é realizado o monitoramento de pelo menos 45 grandes marcas que vendem suas peças no Brasil. Dados que podem ser consultados vão desde o envolvimento com exploração da mão de obra, transparência de suas políticas até o comprometimento das empresas no que diz respeito à fiscalização de seus prestadores de serviço que confeccionam as roupas. Disponível para Android e iOS.

Roupateca agora é entre nós

Roupateca: Com este nome foi lançada em São Paulo, em 2015, recentemente passou por uma evolução acrescentando o entre nós. Explicando melhor o que é a iniciativa, podemos dizer que seria algo equivalente a uma biblioteca da moda ou como já foi realizada a comparação, tipo uma Netflix, só que com peças do vestuário. A marca está presente no Facebook e Instagram além do site oficial, que é onde explicam com mais detalhes como o serviço funciona. Resumidamente, são ao todo três planos de assinatura e cada um concede o direito de levar peças do acervo, como se fosse um aluguel, é possível realizar trocas sempre que sentir vontade, desde que não exceda a quantidade do plano contratado, vale a pena conferir qual look combina mais contigo.

SVETLANA: A marca carioca, que não utiliza produtos de origem animal em sua linha de roupas, foi idealizada pela estilista Mariana Iacia após um estágio com a britânica Stella McCartney, reconhecida internacionalmente pela indústria da moda por desenvolver peças criadas com matérias — primas sustentáveis.

VERT: Uma empresa francesa com espírito brasileiro: criada em 2005, a marca de calçados utiliza algodão orgânico cultivado no Ceará, borracha extraída na Amazônia por uma cooperativa de seringueiros e couro vegetal processado no Rio Grande do Sul. “Achamos muito cínica a atitude das empresas europeias, que cobravam auditorias criteriosas, mas fechavam os olhos sobre as condições de vida dos trabalhadores”, afirma o francês François Morillion, um dos fundadores da Vert.

São apenas algumas que encontramos por aí, se por acaso você souber de novidades dentro do ramo da moda, avisa a gente, assim manteremos sempre atualizada essa lista para que seja crescente sempre!

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