Jorge Vercillo, cantor e compositor, faz prefácio para o livro O Povo Azul do escritor Carlos Torres

“A desesperança é a maior das ingenuidades.”

Tenho dito que o homem não evolui mais rapidamente, simplesmente por não acreditar nele mesmo. Já são muitas as provas existentes e incontestáveis sobre a conexão humana com outras dimensões, através de milhares de médiuns e canais de comunicação. No entanto, somos obrigados a seguir ainda pela ótica obsoleta dos antolhos da matéria. São milhares de cartas psicografadas por Chico Xavier e por tantos outros médiuns sérios, são tantas as cirurgias comprovadas de José Arigó e milhares de relatos de pessoas que passaram por diversas experiências metafísicas e testemunhos sobre avistamentos de óvnis e abduções, todos seguidos de depoimentos extremamente semelhantes entre si, mesmo ocorrendo em localizações distintas e muito distantes umas das outras.

Será um surto coletivo?

Não é preciso ser um cientista para ver que muitas peças não se encaixam dentro da história que nos foi contada sobre a humanidade.

Enfim, Compartilhar é a idéia de ordem na Nova Era de Aquário, compartilhar tudo, não só os bens materiais como também os sentimentos e as relações pessoais. É chegado o momento de começarmos a nos despir, aos poucos, desse conceito primitivo de posse que tanto envolve e amordaça nossas relações familiares, nossas amizades e principalmente nossos enlaces amorosos.

Veremos com o passar do tempo que não dói compartilhar nossos recursos com o próximo, pois entenderemos finalmente que o princípio budista que diz que “Todos nós somos Um”, nunca foi uma metáfora, mas sim uma realidade das mais literais. Quando assimilarmos de verdade esse conceito e começarmos a colocá-lo em prática, veremos que nossos maiores problemas e nossas maiores culpas começarão a dissolver e ruir como se fossem castelos na areia.

O que o Povo Azul nos revela através deste livro, representa o maior de todos os presentes que a humanidade poderia receber neste momento, o esclarecimento.

Cada um de nós guarda dentro de si, um poder mental e energético suficiente para moldar sua própria realidade. Imaginem isso na proporção de um consciente coletivo mundial. É realmente incrível imaginar como seremos poderosos quando colocarmos em prática nossa projeção mental em prol do bem, do próximo e de todo o planeta!

O hipotálamo humano é uma máquina de criar realidades, mas a partir dos próximos anos, precisaremos canalizar nossas vontades e nossas intenções numa mesma direção, através dos nossos pensamentos, das nossas palavras e por fim, das nossas ações. Todas essas instâncias precisam estar coerentes entre si para moldarmos nossa realidade através dos meses e dos anos que se seguirão.

Tudo deverá ser feito através de intensas afirmações positivas e elevativas, afirmações que condicionarão nossas mentes para uma visão mais construtiva e otimista sobre nossos cotidianos. Dessa forma estaremos construindo no plano etéreo, uma realidade que irá, no médio e no longo prazo, se materializar no plano físico. Com relação aos anos que virão, nossos irmãos mais velhos espaciais reafirmam que temos todas as condições para adentrarmos na grande Era Dourada da humanidade, só depende do próprio consciente coletivo para nos libertarmos desse fardo apocalíptico que se arrasta desde a idade Média e que continua nos deixando até os dias de hoje, reféns de uma crença baseada no medo, na falta e na culpa. Estamos vivendo e participando diretamente da história do mundo, estamos vivendo os últimos momentos da Era de Peixes e entrando definitivamente na Nova Era, a Era da Nova Consciência, a Era da Luz, a grande Era de Aquário, a Era que percorrerá os próximos 2.000 anos. Reparem no fundo de vocês mesmos e percebam como essa tendência de imaginar o fim do mundo está totalmente ligada à nossa insatisfação profunda com esse sistema que deixamos e permitimos que criassem para nós. O nosso descontentamento é tão grande com essa realidade, que inconscientemente, estamos querendo sabotar a nós mesmos. Por consequência disso, estamos optando por destruir nosso mundo e quem sabe então, começarmos novamente do zero rumo a uma nova reconstrução.

Seria muito prático, não acham?

Isso parece bem típico da preguiça humana, não é?

Se esse mundo não nos serve mais, então, vamos destruí-lo para criarmos um novo mundo sem vícios. Não é assim que pensamos?

Mas não é assim que funciona o Universo e não é dessa forma que a roda gira e a vida se constrói. O ideal agora é que tenhamos mais responsabilidade com nossos pensamentos, nossas emoções, nossas palavras e nossas ações, para que aos poucos possamos dar continuidade a nossa evolução como seres humanos. Já mudamos muito em relação às barbáries do passado, no entanto ainda há muito para fazer e aprender. Enfim, estamos todos no mesmo caminho, vivendo e aprendendo um pouco a cada dia. Uma das coisas que mais me impressionam na Ufologia e na Teosofia, é a sensível sensação de lembrança e reconhecimento quando me lembro da seguinte frase:

“Quando tiverem por fim, a coragem de estarem frente a frente com um ser extraterrestre, não necessitarão de noites de vigília sob um céu estrelado, em busca de óvnis ou sinais luminosos, basta apenas olharem no espelho, no fundo daqueles olhos, que ali eles estarão.”

Bom proveito e deleite desta leitura assim como desta vida!

Jorge Vercillo

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