Olar

Esse feriado eu fiz o tal “brain storm” dos temas, para clusterizar e blá. Eu comecei umas 3 vezes. Nas duas primeiras desisti depois de 2 minutos. Na terceira durei uns 30 min.

Das duas primeiras vezes eu achei um saco, não sabia o que tava fazendo, parecia algo forçado. Na última vez foi só meio saco. E eu tava relutando em escrever aqui a experiência pq eu tava achando que tinha sido uma perda de tempo, pq eu não fiz com ~vontade~ e etc.

Observação (e eu já devo ter feito ela em algum outro momento nesse blog). Eu odiei a ~atividade~ do feriado principalmente pq eu odeio fazer coisas quando não sei bem pra onde estou indo e também pq eu ODEIO O-D-E-I-O fazer escolhas. Na verdade não é que eu odeio mas eu tenho muita dificuldade pq na verdade eu não quero abrir mão de nada né. E eu tava procrastinando pra definir de fato qual será o recorte pq isso significa deixar de lado vários outros recortes q eu quero tb. QUERO TUDO. Mas como não é possível né migos…

Voltando…

E eu tb estava enrolando pra mandar dois emails: um para o Cláudio (primo do Edu) que foi super atencioso comigo e que falou pra eu ir mandando atualizações sobre o meu TCC que as vezes ele tem gente pra indicar que possa me ajudar. E outro para a Cristina Sato, que é indicação do Bruno Pompeu, que fez uma tese de doutorado sobre mulheres no jornalismo nipo brasileiro (eu li superficialmente e me identifiquei com várias coisas que ela traz).

Mas hoje, para compensar o fato de eu não ter ido na aula eu me obriguei a eliminar essas duas pendências (os emails). E eis que, enquanto eu escrevia o email pra Cristina (um monte de blá pra ver no que vai dar) eu acabei escrevendo meio que a justificativa do porque eu quero o recorte que eu quero mais do que os outros recortes que eu também quero. Confuso né?

EU QUERO FALAR SOBRE A IMIGRAÇÃO (tudo, não só o que é bonito e legal) E EU QUERO FALAR DE UMA MANEIRA DINÂMICA E “SIMPLES” (pq existe uma vasta literatura sobre o tema mas são livros mais ~especializados~ e extensos e não é qualquer um que vai se interessar por ele).

PORRRRRR QUER? Por que eu quero contar a história da imigração como ela realmente aconteceu (eu sei que esse “realmente aconteceu” é meio que não verdade, hahahha, mas, me entenda bem, trazer fatos que são pouco abordados) como uma forma de despertar interesse das gerações mais novas e conectá-las com as mais antigas. Ex: se meu projeto despertar o interesse e responder 30% das dúvidas que uma descendente como eu (com os avós japoneses já falecidos) tiver, já fico contente. E se ele despertar o interesse e servir como ponte para que uma descendente como eu há anos atrás (com os avós vivos) pergunte coisas e se conecte com os seus avós, já fico contente.

Meio confuso mas é isso to com sono.