ElesPorElas

O quanto nós homens, como profissionais de design, respeitamos nossas colegas de trabalho, nossas irmãs, esposas, namoradas, colegas, amigas? O quanto colaboramos para que elas possam ter espaço, direito e vozes como os homens possuem?

Como diz a campanha da ONU, ElesPorElas, é fácil ser homem. Muitas vezes exercemos os mesmos papéis de mulheres, as mesmas atividades, mas mesmo assim, temos salários maiores e melhores oportunidades de crescimento.

No universo de design, esse cenário talvez seja menos pior. Temos mulheres exercendo papéis fundamentais para a área, sendo referências e ícones de estudos avançados sobre tudo o que envolve esse universo. Em eventos, empresas e movimentos de design, as mulheres estão presentes, fazendo parte e muitas vezes liderando o pensar em design. Mas será que ainda é o suficiente? Será que essas mulheres ainda, no dia a dia, precisam lidar com o preconceito aparentemente sutil (que na verdade a sutileza é uma desculpa para velar o preconceito), de brincadeiras, olhares e colocações "leves" com pitadas de machismo? Claro que sim, ainda vivemos em uma sociedade que a construção patriarcal como ícone referencial ainda se faz muito presente. E infelizmente, todos nós, homens, profissionais de design, fazemos parte disso.

Meu propósito não é deixar aqui minha grande opinião, mas sim colaborar, fazer parte da solução. E minha forma de fazer isso é dando espaço para que as mulheres possam falar. Times de design precisam ter diversidade, precisam ter mulheres, precisam ter espaço para que elas possam mostrar sua opinião. O vídeo dessa semana tem esse propósito, ouvi-las, dar espaço para que profissionais de design, mulheres, possam mostrar a opinião.

#ElesPorElas

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