Sem delongas.

Não se demore em desfrutar o que você não pretende “delongar” em mim.

Eu, acertiva serei, em não deixar essas palavras e milhões de sensações, tesões incubados, dominarem a mim.

Não se avexe em compartilhar o que há de instintivo em tua pele, no que há de profundo em teus delírios.

Menti.

Mergulhei nessa doce, caótica, louca, atmosfera de aventura. Nossa.

Viajamos.

Deliramos.

E numa dessas de querer-ser-um-sendo-dois, nos delongamos em “não delongar” aquilo que não conseguimos parar de viver.

Imagem: reprodução/Web