O Guia Definitivo do Salt, parte 2

Finalmente…

No artigo anterior, apresentei os principais conceitos contidos na operação do sistema de gerenciamento de configurações “Salt”. Agora pretendo falar sobre alguns casos mais práticos para que você seja capaz de já começar a usar o Salt para gerenciar pelo menos algumas coisas básicas de algumas máquinas.

1- Topologia

O Salt funciona com vários tipos de tolopogia: pode ter um master, pode não ter nenhum, pode ter vários. Lembre-se: o “mestre” é a máquina (ou “nó”) que é a fonte da verdade.

Eu acho a abordagem “apenas um mestre” melhor por uma série de motivos.

Um deles é porque manter um mestre envolve manter também um conjunto de chaves secretas. Como é função do mestre ditar os valores que serão gravados nas configurações de diversos sistemas, manteremos nessa máquina diversas chaves e tokens que não podem ser gravados num repositório de código (porque nunca se deve guardar chaves secretas em repositórios de código).

Sendo assim, caso você tenha múltiplos mestres, terá provavelmente várias cópias dessas chaves, o que geralmente pode ser considerado algo ruim. E caso não tenha nenhum, provavelmente estará operando tudo de sua própria máquina (literalmente: o laptop do desenvolvedor), o que pode ser okay caso você trabalhe sozinho, mas é péssimo caso trabalhe com uma equipe.

Veja o artigo completo lá no Deretium: