Placemaking Brasil: o especialista é a comunidade

por Romullo Baratto

Publicado originalmente em ArchDaily.

Projeto Quadra Amiga — Vila Mascote/SP. Imagem: Conexão Cultural, via Placemaking Brasil

Partindo de conceitos e práticas, a entidade PPS (Project for Public Spaces) vem trabalhando nos últimos 40 anos numa abordagem que busca entender todos os diferentes aspectos que fazem dos espaços públicos lugares de real valor e interesse para as pessoas desfrutarem a vida nas cidades.

Com o passar dos anos essa abordagem foi recebendo novos olhares e se adaptando de maneira muito sensível às diferentes realidades socioeconômicas e culturais das áreas urbanas de cada região do planeta. Dessa riqueza surgiram novas técnicas, como a estratégia Lighter, Quicker and Cheaper.

No ano de 2014 ficou claro que o Placemaking precisava se consolidar como um movimento mundial, de maneira que seu código aberto pudesse alcançar e beneficiar o maior número possível de pessoas, melhorando, assim, a vida nas nossas cidades.

Durante o II Future of Places, realizado em setembro de 2014 em Buenos Aires, o Conselho de Lideranças em Placemaking oficializou a criação de uma rede organizada autônoma para promover o Placemaking no território brasileiro, funcionando como o a Comunidade Brasileira de Placemakers.

Projeto QuadrAmiga na Vila Mascote — Música, arte de rua ao vivo e pintura de faixa de pedestre com a comunidade. Via Placemaking Brasil

As ações deste ano estão focadas num mapeamento nacional dos entusiastas, bem como nas boas práticas já em andamento no país. A partir disso a ideia é que a organização inicie uma abordagem de difusão e capacitação de Placemaking conectando a sociedade civil, o poder público, a iniciativa privada e a academia.

Para saber mais sobre o Placemaking Brasil, acesse algum dos endereços a seguir:

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