02. ENTORPECENTES

foto: Mayara Queiroz

Olívia.

Tudo começou em uma noite no Birosca. Quer dizer, tudo começou no Tinder. Hm… Talvez antes… Na verdade, tudo começou com um rosto. Um rosto muito bonito, por sinal.

Depois rolou uma conversa muito interessante com o meu amigo Antônio sobre essa coisa de beleza e tal.

Pena que ele é um verdadeiro doido da cabeça! Olha só o tipo de coisa que ele me manda!

Antônio sendo Antônio
Isso é que é gostar de passar vergonha KKK

Naquela época, o uso de entorpecentes começou a aumentar pela galera do campus, como se isso ajudasse a superar todos os casos de mortes e coisas estranhas que estavam acontecendo. Eram muitos os relatos e as Mangueiras estavam sempre lotadas.

Mas aquele tal de Rômulo, que DO NADA resolveu sumir da minha vida, ainda ocupava a minha mente o tempo todo. Aí o jeito foi apelar pro “Alguém Conhece Alguém Que” pra ver no que dava. Eu só não imaginava que uma postagem tão inocente fosse revelar um lado tão obscuro do Campus do Pici.

Não custa nada tentar, né? Ou será que custa??? (postagem aqui!)

O lance das abelhas, de início, não era tão estranho quanto parecia. Mas aí depois eu fiquei sabendo de uns negócios… Conheci gente estranha, mais até que o Antônio, veja só! E aí rolou toda a história do Coelho, né. A coisa mais maluca que já me aconteceu nos últimos tempos.

A única pista que a gente encontrou até agora foi um vídeo de uma menina beeeem estranha. Será que ela realmente tem uma ligação com o Coelho?

Estranha? Sim ou com certeza?

Bom, se você tiver alguma notícia sobre o paradeiro dessa pobre criatura indefesa, ou sobre o Rômulo (se bem que eu nem sei se esse é o nome verdadeiro dele…), entre em contato comigo. Qualquer informação serve!

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