Santo que bate, bate

Saint Anthony, the matchmaker saint

A gente tem essa história do “santo que não bate”. E não são poucas vezes que isso acontece. Vira e mexe, um novo inoportuno bate à nossa porta. E quem consegue entender o que é isso? A gente não consegue explicar nem de onde vem o ditado, quiçá entender porque o bendito do santo não bateu.

A bem da verdade: isso é a coisa mais comum que existe. Você começa a gratuitamente não querer a presença de certas pessoas na sua vida. O que ela fez ou deixou de fazer é uma mera casualidade, uma desculpa formal para não tentar manter aquela relação. Mas há uma coisa que é inteira responsabilidade nossa: o que fazer com isso. Tem gente que abre mão, tem gente que vai largando aos poucos e tem outros que dão uma de pombo enxadrista na entrada e na saída. E aí que mora o perigo: o que fazer numa situação dessas? Qual a melhor saída para essa pendenga interna?

Não existe fórmula secreta, porém existem as melhores maneiras (geralmente são bem acompanhadas de boas maneiras). O não gostar de alguém não significa que o respeito com aquela pessoa deve ser descartado. Sair fora com sinceridade é uma opção existente, entretanto a menos cotada.