Os 10 caras mais toscos que a Roma já teve


A Roma é especialista em formar ou contratar bagres. Mesmo quando acerta a contratação de um jogador que está bem em outra equipe e pode se firmar em Trigoria, o destino se encarrega de frustrar a torcida e tornar uma grande esperança em um tremendo flop. Para abrilhantar a semana e trazer algumas lembranças amargas, relembramos 10 fiascos romanistas. É o Top 10 do Coração de Roma:
10 — Renato Portaluppi

A Roma foi a única equipe estrangeira que Renato Portaluppi, um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro defendeu. Cercado de expectativas em 1988, o ponta chegou juntamente com Andrade para tentar elevar o ânimo do elenco romanista. O começo dele foi satisfatório, ajudando bastante o centroavante Rudi Völler. Mas não demorou para que a magia acabasse e Renato se viu escanteado no banco de reservas, assim como Andrade. A imprensa italiana e o próprio Renato sustentam a versão de que ele ficou de fora da panelinha de Giannini e se ferrou por isso. O que era para ser um novo reinado de um craque brasileiro na Roma acabou se transformando em piada. Para se ter uma ideia da romada, esta também foi a única passagem realmente ruim de Renato por uma equipe profissional. A do Bangu não conta, claro.
9 — Ricardo Faty

Contratado em 2006 depois de alguns bons jogos pelo obscuro Strasbourg, o volante Ricardo Faty surgiu como uma das apostas mais esquisitas que a Roma fez na segunda metade da década passada. Estreou bem e logo foi apontado como o novo Patrick Vieira. Hahahahahahahahaha
8 — Francesco Tavano

Saído de uma propaganda de cuecas, Francesco Tavano é uma das contratações mais pitorescas da Roma moderna. Demolidor nos tempos de Empoli, o atacante entrou na mira do Real Madrid. Esperava-se um desempenho arrasador dele, mas no fim das contas, o rapaz foi para o Valencia. A adaptação ruim ao futebol espanhol culminou em retorno à Itália. E a Roma topou contratar o rapaz, para tentar recuperar seu futebol. Infelizmente não deu. Tavano teve outras passagens interessantes por Livorno e Empoli antes de descer a ladeira. Hoje defende o Prato.
7 — Thomas Vermaelen

Já dava para saber que seria furada quando o Barcelona topou emprestar o zagueiro Vermaelen para a Roma na última temporada. Com histórico severo de lesões, o belga jogou 12 vezes (nem parece) e estreou sendo expulso contra o Porto, na Liga dos Campeões. Além do fato de ser sempre reserva, quase sempre estava indisponível em virtude de contusões. Enquanto você lia esse parágrafo, ele se machucou de novo.
6 — Urby Emanuelson

Refugaço do Milan, o holandês Emanuelson passou pela Roma de Rudi Garcia, em 2014–15. Seu grande feito no clube foi conseguir ser enganado por Rudi Garcia, que lhe prometia uma vaga entre os titulares. Quando Urby entrou, não fez grande coisa com a camisa giallorossa, evidentemente.
5 — Mauro Goicoechea
Dispensa comentários.
4 — José Angel

Tão ridículo que só sabia dar chapéu e drible curto. Foi contratado pra ser lateral, mas foi aquele cara xarope que apenas fintava sem objetividade. A Roma devia ter jogado com duas bolas em campo para que uma ficasse só com ele no canto. O seu vídeo de melhores momentos pela Roma deve servir para arrumar uma vaga como gandula de jogos universitários, se muito.
3 — Juan Iturbe

Ele não é nem jogador. É o Maikon Leite que habla. Veio ao mundo com apenas duas funções: correr e chutar. Entretanto, é fácil detectar o seu defeito de fábrica, tendo em vista que ele foi visivelmente incapaz de raciocinar em qualquer um dos seus jogos pela Roma. Ter instinto é bom, mas é aconselhável também ter um cérebro funcional.
2 — Abel Xavier
Era engraçado, tinha um cabelo maravilhoso. Abel Xavier jogou pouco pela Roma, não deixou saudade, mas ficou na memória por ser uma espécie de filho perdido de Ana Maria Braga com Prince. Quando se tornou treinador, deu esta entrevista incrível aí de cima. Abel deveria ser tombado como patrimônio do futebol mundial.
1 — Gustavo Bartelt

Pinta de Batistuta, número de Batistuta, cabelo de Batistuta, fitinha na cabeça de Batistuta, nome parecido com o de Batistuta, conterrâneo de Batistuta. E futebol de colegial ruim. Bartelt comparado a Caniggia e a Roma o contratou em 1998 junto ao Lanús, onde “O Belo” estava arrebentando. Mas ele jamais marcou um gol sequer com a camisa romanista e foi cedido ao Aston Villa na temporada seguinte. Enganou mais que a Herbalife.
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