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Na última publicação escrevemos sobre o processo de branding e as decisões que tomamos na Conta Azul recentemente com as nossas marcas — você encontra mais sobre esta jornada no artigo “Rebranding Conta Azul: por quê?”.

Estou escrevendo este artigo para contar um pouco sobre como foi a etapa de execução do processo criativo e os caminhos que tomamos com a nossa identidade visual.

Esta é uma etapa bastante importante, não só por tangibilizar a estratégia, mas por ser a parte que todos “vão ver”. …


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Dia 18 de Outubro fez 1 ano que solicitamos o registro das novas marcas da Conta Azul. A jornada até aqui foi de muitas descobertas e a confiança de boas decisões tomadas.

Aos poucos estamos fazendo nossa virada de marca, por isso, queremos compartilhar com vocês o porquê, o como e o que fizemos durante o processo de rebranding.

Antes de mergulhar no “Problema” de Marca da Conta Azul, é importante entender qual é a hora certa de passar por um processo de Rebranding.

Reparem que escrevi “processo” e não “projeto” de Rebranding.

Branding — ou seja, gestão dos ativos de marca — não é um projeto. Não tem começo, meio e fim. É um processo contínuo que tenta impulsionar por meio de estímulos a percepção do público em relação a sua marca. O rebranding vai entrar nesse processo. …


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Tempos atrás escrevemos sobre como fazíamos protótipos em alta fidelidade usando HTML (leia mais aqui). Como citado no artigo, usávamos o Bootstrap Studio (BSS) como principal ferramenta de trabalho.

Ficamos por anos trabalhando assim e, embora o BSS trouxesse diversos ganhos na fidelidade das entregas, a velocidade de aprendizado era bastante comprometida. Avaliamos com o time e entendemos que os ganhos de fidelidade eram menores comparados à agilidade para criar algo por lá. Além disso, percebemos que:

  • O processo era complexo para as novas pessoas que chegavam no time;
  • Era necessário que designers entendessem sobre HTML e CSS, e isso dificultou nosso processo de…


Como um projeto de prova de conceito evoluiu para se tornar um pilar importante na Conta Azul

Não faz tanto tempo assim que Design System se tornou uma temática de grande peso e repercussão nas comunidades de design mundo afora. Embora seus conceitos essenciais baseiem-se em princípios conhecidos e, por vezes, até óbvios, como escalabilidade e padronização, é notório que o tema ganhou maior importância, além de um olhar especial em relação a sua aplicação.

Seguindo essa tendência e alinhada às suas próprias necessidades, a Conta Azul também passou a utilizar dos benefícios do Design System. Isso resultou em uma série de escolhas e mudanças a partir de 2018, que refletem até os dias atuais. E é justamente sobre isso que este artigo trata, uma review de como nosso time se transformou, quais desafios enfrentou e o que aprendemos ao longo dos últimos dois anos. Bora conferir? …


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Quem vai dar a letra hoje é o nosso product designer Rodrigo Gardim. Ele tem 32 anos, é paulistano e formado em Administração de Empresas pelo Mackenzie.

Gardim começou a trabalhar com Design motivado pela parte criativa da coisa: ele gostava de fazer grafite na adolescência. A partir daí, passou a utilizar ferramentas como o Photoshop e fazer jobs para agências de São Paulo. Desde então, já empreendeu — teve a própria startup de Tecnologia — e atuou como designer em grandes empresas como Cielo e Centauro.

A dica do Gardim hoje é sobre documentação de discoveries:

“Aqui na Conta Azul decidimos usar o Confluence para documentar nossas discoveries (etapa da descoberta e de construção de uma solução). Antes não usávamos uma ferramenta de documentação específica, compilávamos tudo no Drive, do Google. O problema é que o Drive não é tão eficiente do ponto de vista de encontrabilidade das informações e de padronização.


Homens e mulheres, alguns de pé e outros sentados, ao redor de uma mesa preta cheia de post-its
Homens e mulheres, alguns de pé e outros sentados, ao redor de uma mesa preta cheia de post-its

Este tema surge frequentemente em conversas com colegas UX writers e designers: como fazer a cultura de UX Writing pegar numa empresa. Ou seja, como incentivar as pessoas a usarem os padrões e as boas práticas de escrita propostos.

A minha resposta para isso, como para a maioria das coisas da vida é: não tem receita. Tudo é contexto. Não ajudei muito, né? Vou explicar melhor…

Só você sabe como é a sua empresa, como são as pessoas da sua empresa e as ações que pode propor para influenciar a cultura existente. Então, o que funciona e engaja em uma instituição, não necessariamente funcionará em outra. …


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Na Conta Azul, assim como em outras empresas, product designers enfrentam diversos desafios. Um deles, é a eventual troca de contexto em situações de reorganização de times. Foi algo que ocorreu comigo, no começo deste ano, quando abracei um novo desafio dentro do universo contábil do nosso produto: a parte de folha de pagamento.

Ao mudar de squad, tive a oportunidade de investigar melhor os caminhos que estávamos tomando em relação ao nosso novo produto, Folha. …


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Hoje, na série Dica do Designer Azul, a Letícia Peixer, product designer, 23 anos, natural de Joinville (uma das poucas naturais de Santa Catarina da nossa equipe), vai contar como migrou da área de Desenvolvimento para a área de Design.

Neste relato, ela lembra como começou a se interessar por usabilidade. E conta que precisou mudar de time duas vezes, dentro da mesma empresa, até entender com o que queria trabalhar.

“No início da minha vida profissional, fiz um curso de Técnico em Informática. Foi a entrada no universo da TI. Depois, quando já era universitária de Tecnologia e Análise em Desenvolvimento de Sistemas, pela Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), comecei um estágio na área de Desenvolvimento de uma empresa da região, no qual fiquei por aproximadamente seis meses.


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A protagonista do segundo episódio da série Dica do designer Azul é a product designer Débora Hummelgen. Neste texto, ela conta como aproveita o raciocínio binário — que envolve somente duas opções (sim ou não; zero ou um; vai ou não vai) — para criar boas soluções de Design.

Débora tem 24 anos, é formada em Sistemas de Informação pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc/Ceplan) e mestranda em Design pela Universidade da Região de Joinville (Univille).

Mãe da pequena Ana Beatriz, de um ano e quatro meses, ela descobriu o gosto por Design no meio do curso de Sistemas. “Sempre fui apaixonada por pensar em soluções tangíveis, não em linhas de código. …


Dica do designer Azul, ep.1 — Metodologia Rose, Bud e Thorn aplicada a pesquisas qualitativas

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Hoje iniciamos a série “Dica do designer Azul” aqui no nosso blog. A cada 15 dias, um designer da nossa equipe trará uma super dica de algo que faz no seu dia a dia e que influencia positivamente a sua atuação profissional. Vale tudo, desde um hábito, uma leitura, até a utilização de uma metodologia ou ferramenta.

O primeiro a participar é o product designer Rodrigo Mafra. Mafra, como é mais conhecido, tem 29 anos, é mineiro (um dos vários mineiros da nossa equipe), formado em Design pelo Centro Universitário Una e pai do pequeno Dieter.

Antes de passar a atuar como product designer, há cerca de cinco anos, trabalhou como UI e como consultor independente de branding. Na Conta Azul há um ano e meio, ele ajuda a aprimorar a Conta Azul Mais, nossa plataforma de gestão para contadores. …

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